Os vereadores que integram a Comissão Permanente de Saúde e Saneamento da Câmara querem sentar-se à mesa com o promotor de Defesa do Patrimônio Público, José Carlos Fernandes, para se inteirar do já denominado escândalo da “máfia das ambulâncias”. A decisão foi tirada ontem após reunião entre o presidente do colegiado, Cléber Cabeludo (PMDB), o relator Samuel Pereira (PR), o vogal Itamar Ribeiro (DEM) e o suplente José Severino Rosa (PT).
Os quatro querem se inteirar do caso, que envolve supostas irregularidades na contratação de empresa responsável pela manutenção das ambulâncias da Secretaria Municipal de Saúde, e que foi denunciado à Justiça pelo Ministério Público. À exceção do democrata – que já sabia da existência de uma investigação em curso, mas não dos detalhes –, os demais souberam pelos jornais do escândalo que culminou com o afastamento de cinco servidores da Pasta.
Para Cléber, é preciso conhecer os fatos a fundo porque a Câmara precisa se posicionar, “não pode ficar inerte em meio a um escândalo deste porte. Vamos desempenhar nosso papel de agente fiscalizador e, no que for possível, auxiliar na elucidação dos fatos. A comissão irá fazer com ética e responsabilidade seu trabalho”, afirmou.