Os objetivos iniciais do presidenciável serão abordados em evento marcado para a próxima quinta-feira(16/4), em São Paulo
O ex-governador Romeu Zema (Novo) já tem data definida para o lançamento das diretrizes iniciais de seu plano de governo enquanto pré-candidato à Presidência da República. Marcado para a próxima quinta-feira(16/4), o evento vai ser realizado no Instituto Tomie Ohtake, em São Paulo.
Guiado por discursos antipetistas e anti-STF, as prioridades de Zema - se conquistar a cadeira do Palácio do Planalto - serão “o combate à corrupção e o enfrentamento de privilégios no setor público”.
"O Brasil de 2026 está como Minas de 2018. A fórmula do PT está arruinando o país e potencializando três crises que minam a prosperidade. A crise moral aparece nos escândalos de corrupção de uma elite que vive acima da lei e nunca paga pelo que faz. A crise econômica está no dia a dia dos brasileiros que não conseguem fechar a conta no fim do mês", defende o presidenciável.
Segurança Pública também aparece como tema de destaque pelo ex-governador. “A crise de segurança é o reflexo de um governo que perdeu a autoridade num ambiente em que o crime manda", destaca. Segundo especialistas, a pauta deve aparecer como destaque nos discursos dos demais pré-candidatos à disputa pelo governo federal. Conforme mostrou O TEMPO, partidos já estruturavam propostas de campanha envolvendo o combate à violência desde fevereiro.
O plano, que foi realizado em parceria com o Instituto Libertas, tem ainda o objetivo de pôr fim no que Zema chama de “farra dos intocáveis” em alusão aos ministros do Supremo Tribunal Federal.
Não é a primeira vez que o pré-candidato faz ataques à instituição. Em entrevista ao Café com Política, exibido na sexta-feira (13/3) no canal de O TEMPO no YouTube Zema acusou ministros de "enriquecer e fazer negócios", durante os cargos à frente da Corte. Nas primeira agendas do ex-governador, no sul do País, ele incorporou o papel de “caçador de intocáveis” e partiu para cima de ministros. Nas ocasiões, chegou a dizer que Alexandre de Moraes e Dias Toffoli devem ser presos e não apenas retirados do cargo.
Na última pesquisa de intenções de voto DATATEMPO, Zema aparece em terceiro lugar atrás de Lula(PT) e Flávio Bolsonaro(PL) na corrida pelo executivo federal.
Fonte: O Tempo