DIFAL

Zema vai analisar fim de imposto interestadual, diz Fecomércio-MG

​Na conversa, que durou cerca de duas horas, na sede da entidade, em Belo Horizonte, foi apresentada uma proposta para sustar a cobrança da diferença entre alíquota do ICMS

O Tempo
Publicado em 30/01/2023 às 20:29
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O governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), se encontrou com empresários e representantes do comércio de Belo Horizonte na tarde desta segunda-feira (30) (Foto/Gil Leonardi/Estado de MG)

O governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), se encontrou com empresários e representantes do comércio de Belo Horizonte na tarde desta segunda-feira (30) (Foto/Gil Leonardi/Estado de MG)

O governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), se encontrou com empresários e representantes do comércio de Belo Horizonte na tarde desta segunda-feira (30), na primeira visita de um chefe do Executivo à Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo de Minas Gerais (Fecomércio-MG).

Na conversa, que durou cerca de duas horas, na sede da entidade, em Belo Horizonte, foi apresentada uma proposta para sustar a cobrança da diferença entre alíquota (Difal) do Imposto sobre Operações relativas à Circulação de Mercadorias (ICMS) entre importações interestaduais.

Em suma, isso acabaria com o valor que comerciantes precisam arcar quando compram produtos fora de Minas Gerais. A conversa seria, inicialmente, aberta à imprensa, mas minutos antes foi anunciado que a reunião ocorreria de forma fechada. Zema não deu entrevista nem na entrada, nem na saída do evento. 

O presidente do Sistema Fecomércio MG, Sesc, Senac e Sindicatos Empresariais, Nadim Elias Donato Filho, pontuou que o corte na Difal foi o principal destaque da conversa, e que houve sinalização de análise por parte do governo, que prometeu pautar o assunto em reuniões internas e encaminhar à entidade, “em breve”, um retorno.  

“Disse que irá analisar, que vai marcar reuniões dentro do governo. O maior impactado é o consumidor, mas o empresário vai buscar uma mercadoria fora do Estado mais barata e o Estado taxa de forma pior. O governo garantiu que nos dará uma reposta em breve. Sem prazo, mas pela primeira vez prometeu um estudo e uma proposta sobre o assunto”, afirmou Nadim em entrevista a O TEMPO.

O empresário argumentou que a mudança impactaria 454 mil empresas, responsáveis por 810 mil empregos no Estado. “Luto por muitos anos por essa proposta. Precisamos retomar o emprego, a geração de renda, e o governo tem que nos ajudar nisso”, declarou.  

Carnaval é incentivado 

Outra pauta tratada pela Fecomércio-MG foi o incentivo ao Carnaval em Belo Horizonte e em cidades do interior de Minas. O feriado deve movimentar R$ 600 milhões nos serviços e comércio, segundo Nadim, e há ações de fomento à folia promovidas pela entidade. 

Fonte: O Tempo

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