Serviço disponível no Instituto Pediatree permite que o bebê receba o tratamento em casa, com equipamento adequado, suporte técnico e acompanhamento do pediatra assistente
Comum nos primeiros dias de vida, a icterícia neonatal costuma chamar a atenção das famílias pela coloração amarelada na pele e nos olhos do bebê. Embora muitos casos sejam transitórios, o quadro exige avaliação pediátrica para definir quando apenas o acompanhamento é suficiente e quando há necessidade de tratamento.
(Foto/Reprodução)
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A icterícia acontece porque o organismo do recém-nascido ainda está em fase de adaptação. Como o fígado do bebê pode levar alguns dias para processar a bilirrubina com mais eficiência, a substância pode se acumular no sangue. Nesses casos, a fototerapia é o tratamento de referência para a icterícia patológica e deve ser iniciada o mais brevemente possível quando há indicação médica. O procedimento utiliza uma luz especial para ajudar o organismo do recém-nascido a eliminar a bilirrubina, substância responsável pelo tom amarelado.
“A fototerapia atua diretamente na redução da bilirrubina e, quando feita no momento certo, ajuda a evitar complicações importantes”, explica Isabela Vasconcelos, médica pediatra do Instituto Pediatree.
Sem acompanhamento adequado, níveis elevados de bilirrubina podem atingir o sistema nervoso e provocar kernicterus, complicação rara, mas grave, associada a prejuízos neurológicos.
“Nem todo bebê com icterícia precisa de fototerapia, mas todo bebê amarelado precisa ser avaliado. A decisão depende de critérios clínicos, idade do recém-nascido, exames e acompanhamento da evolução”, pontua a médica Mariá Leite, do Instituto Pediatree.
Na fototerapia, o bebê permanece sob luz adequada, com proteção ocular e monitoramento profissional. O tempo de tratamento varia conforme idade, peso, níveis de bilirrubina e resposta ao procedimento. O tratamento não deve ser confundido com exposição ao sol, já que o chamado “banho de sol” não substitui a fototerapia, não oferece o mesmo controle técnico e pode trazer riscos ao recém-nascido.
No Instituto Pediatree, a fototerapia é oferecida na modalidade domiciliar. O serviço funciona como suporte especializado ao tratamento indicado pelo pediatra assistente: a equipe disponibiliza o equipamento de fototerapia de alta irradiância, faz a instalação em casa, orienta a família e oferece suporte técnico durante o período de uso.
A proposta é permitir que o bebê receba o tratamento no conforto do lar, sem perder a segurança do acompanhamento. A indicação, a condução clínica, o acompanhamento dos exames e a definição do momento de suspender a fototerapia permanecem sob responsabilidade do pediatra assistente.
“O atendimento domiciliar pode ser uma alternativa segura e confortável para a família, desde que haja indicação médica e monitoramento adequado. O objetivo é oferecer a estrutura necessária para que o tratamento aconteça com segurança”, ressalta a médica pediatra Anne Laryana.
Para as famílias, a principal orientação é não ignorar mudanças na coloração da pele ou dos olhos do bebê, especialmente quando o amarelado se intensifica, surge nas primeiras 24 horas de vida, vem acompanhado de sonolência excessiva, dificuldade para mamar ou qualquer alteração no comportamento. Nesses casos, a avaliação pediátrica deve ser feita o quanto antes.
O Instituto Pediatree fica na Rua Salvador, nº 79. Os atendimentos podem ser agendados pelo WhatsApp (34) 99709-9226.
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