Acordar nesta terça-feira, e ouvir de pronto a notícia da queda do avião que transportava todos...
Acordar nesta terça-feira, e ouvir de pronto a notícia da queda do avião que transportava todos os integrantes do time da Chapecoense, além de jornalistas e membros da companhia aérea não foi fácil, principalmente por envolver vidas ceifadas de maneira abrupta, com grave choque emocional gerado aos familiares e amigos daqueles que tristemente vieram a falecer neste fatídico voo.
Ponto a ponto, e minuto a minuto, as notícias chegavam trazendo o número de mortos, de sobreviventes, as razões da queda, a trajetória da aeronave, enfim, várias eram as explicações que os jornalistas, de todo mundo, lançavam em suas redes e emissoras.
Enfim, em ato oficial foi revelado que “o avião que transportava a delegação da Chapecoense para a primeira partida da final da Copa Sul-Americana contra o Atlético Nacional fez um pouso forçado na madrugada desta terça-feira na região de Antióquia, em gravíssimo acidente na Colômbia. Segundo informações do chefe da polícia colombiana, José Acevedo, 75 pessoas morreram e seis sobreviveram. O zagueiro Neto, o lateral Alan Ruschel e o goleiro Follmann estão entre os sobreviventes, sendo que Follmann teve uma perna amputada. Os outros três que escaparam vivos da tragédia são o jornalista Rafael Henzel e dois integrantes da tripulaçã Ximena Suárez e Erwin Tumiri. O goleiro Danilo chegou a ser resgatado com vida, mas de acordo com informações, não resistiu.”
Tenho a certeza de que todos nós, ligados ou não ao futebol, nos solidarizamos às vítimas desta fatídica tragédia, e acreditamos que as autoridades, nacionais e estrangeiras, buscarão remédios e mecanismos para que outros acidentes não venham a ocorrer.