CIDADE

Abastecimento de água pode se normalizar no início da semana

População continua reclamando por conta da falta de água. Os moradores dos bairros afetados alegam que não chega água nas caixas, como o anunciado pelo Codau

Geórgia Santos
Publicado em 03/09/2011 às 22:09Atualizado em 19/12/2022 às 22:28
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População continua reclamando por conta da falta de água. Os moradores dos bairros afetados alegam que não chega água nas caixas, como o anunciado pelo Codau. Entretanto, o presidente da autarquia, José Luiz Alves, garante que o serviço para restabelecer o abastecimento no Centro de Reservação 6 está adiantado e poderá se normalizar no início da semana. Seguindo o posicionamento do presidente, dentro da realidade, a população pode ficar um pouco mais tranquila.

A previsão para retirar as colunas da bomba era de quatro dias, mas o serviço foi feito em três, o que provavelmente irá refletir no prazo de nove dias estabelecido antes pelo Codau para a conclusão do serviço. “Portanto, hoje foi concluída a retirada da bomba e a expectativa é que a operação inversa de instalação do novo equipamento seja feita também com agilidade. Essa peça teve de ser retirada para avaliar se há danos em todas as colunas, ou se o problema ficou restrito às primeiras peças desmontadas”, explica José Luiz.

Já em relação ao abastecimento, Jose Luiz explica que os bairros situados nas partes mais altas são os mais prejudicados por conta da pressão da água, e são estes locais com os quais o Codau tem se preocupado. Para minimizar a situação está sendo feita a distribuição de água com caminhões-pipa, acompanhado por motossom que vai avisando a população. “Foi estabelecido então um comitê de crise no abastecimento. Alguns caminhões foram disponibilizados pela prefeitura e outros virão de outras cidades, como Uberlândia, para atender às demandas mais críticas”, afirma.

O bairro Morada Du Park é um exemplo de região mais alta, e o caminhão-pipa está passando no local. Entretanto, os moradores do bairro já estão tendo problemas. Segundo a dona-de-casa Raíssa Martins, a quantidade de água distribuída não é suficiente para atender às necessidades da casa e as torneiras estão secas. Questionado se existe a possibilidade de abastecer as caixas-d'água, ao invés de a população utilizar baldes, José Luiz explica que é complicado ir de casa em casa enchendo as caixas, para isso seria necessário mais caminhões-pipa, o que não há disponível.

Para finalizar, o presidente admite que há bastante tempo não é feito investimento no sistema de reservação e tratamento que acompanhe o desenvolvimento da cidade. “O Codau trabalha hoje com um punhal atravessado no pescoço, no limite da capacidade, e quando para uma simples bomba, três horas depois alguém está com prejuízos no abastecimento”, enfatiza.

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