Secretaria de Infraestrutura afirma que equipes estão atuando nas obras de grande porte das galerias do DI-2, na avenida José Solé Filho
Moradora do bairro Oneida Mendes reclama de água empoçada na frente da casa dela há mais de cinco anos. Segundo a dona de casa Elza Maria da Silva, o problema já existia e desde que ela se mudou para a residência sempre busca alternativas para resolvê-lo, mas o incômodo persiste e até o momento nenhum funcionário da Prefeitura esteve no local.
“Em dias de sol, chuva ou frio, essa água continua empoçada em frente à minha casa. Não aguento mais conviver com esse incômodo. A água parece limpa, mas traz mau cheiro terrível quando algum veículo passa ou quando tento empurrá-la com a vassoura. Está parada há tanto tempo, que chega a feder. Quando entro com o carro na garagem, os pneus trazem essa sujeira da rua e esse mau cheiro”, explica a dona de casa.
O problema acontece apenas em frente à casa de Elza, sendo que por toda extensão da rua não há água empoça. Ela acredita que seja necessário criar alternativas para o escoamento, pois não existe nenhuma boca de lobo por perto. E provavelmente deve ser esse o motivo de a água ficar parada nesse ponto. “Além disso, o desnível em frente à minha casa, onde o asfalto é um pouco mais rebaixado, faz com que isso aconteça. Enfim, a situação precisa ser analisada por um técnico para que ele avalie sobre o que poderá ser feito, pois não aguento mais”, desabafa Elza. Ela ressalta que em dias de chuva a água chega a tomar a metade da rua e os carros passam e a espirram nos pedestres, que ficam em situação de constrangimento.
Elza está preocupada também com a dengue, pois a água fica parada na maior parte do tempo, apenas se movimentando quando um carro passa ou algum vizinho lava a garagem ou mesmo quando alguém tenta empurrá-la com a vassoura. “Isso me preocupa muito. É possível ver larvas se formando na água empoçada. Minha vizinha já morreu com dengue hemorrágica e isso não pode continuar desse jeito. Procurei a Prefeitura para que algo fosse feito, mas nunca recebi uma resposta”, afirma a dona de casa.
De acordo com informações repassadas pela assessoria de imprensa, a Secretaria de Infraestrutura vai encaminhar técnico ao local para averiguar a situação e estudar a melhor alternativa para sanar o problema. Entretanto, conforme a nota enviada, no momento, todas as equipes estão atuando nas obras de grande porte das galerias do DI-2, na avenida José Solé Filho, Vila Esperança e Guilherme Borges. Ou seja, terá que ser inserida na programação, mas, de todo modo, a Prefeitura garante que os moradores não ficarão sem retorno.