CIDADE

Ambulantes no entorno da UFTM incomodam comerciantes da região

Donos de lanchonetes reclamam que vendedores de salgados e sanduíches tiram oportunidades de venda dos comércios estabelecidos e que pagam tributos

Geórgia Santos
Publicado em 01/12/2013 às 15:08Atualizado em 19/12/2022 às 10:00
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Comerciantes estabelecidos nas imediações da Universidade Federal do Triângulo Mineiro reclamam da atuação de ambulantes na região. De acordo com o grupo, a presença destas pessoas está trazendo problemas para os estabelecimentos da região, muitos já estão amargando prejuízos e cobram fiscalização mais enérgica da Vigilância Sanitária e do Departamento de Posturas.

Daiane Malta Marzola é uma das comerciantes da região que estão bastante incomodadas com a presença destes ambulantes. De acordo com ela, existe uma, em especial, que vende produtos alimentícios, como sanduíches, bastante parecidos com os que ela vende em seu estabelecimento. Entretanto, os comerciantes de rua cobram um preço bem mais barato porque não possuem gastos para regularização, como os impostos, para manter uma lanchonete funcionando. “Esta ambulante está tirando as minhas vendas, pois vendemos o mesmo produto, e como o dela é mais barato, é claro que o cliente vai preferir gastar menos. Estou indignada com a situação, pois pago todos os impostos, que não são baratos, ao contrário dessas pessoas, que trabalham na rua sem estes encargos”, afirma Daiane.

Além disso, de acordo com os comerciantes, sempre que acionam a Vigilância Sanitária ou o Departamento de Posturas para que realizem vistorias, as solicitações não são atendidas. De acordo com Daiane, estão fazendo vistas grossas. Ela diz que a impressão é de que estão privilegiando estes ambulantes para que continuem vendendo seus produtos, que não possuem o aval do poder público. “Já tive a informação de que há alguns meses os produtos dessa ambulante que vende sanduíches foram apreendidos, houve um trabalho de orientação, mas não foi suficiente, dias depois ela voltou para o mesmo ponto. Depois deste fato já entrei com contato várias vezes nestes setores, mas não nos atendem”, explica Daiane, que acredita que esta pessoa é protegida pelos órgãos públicos ou pela universidade.

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