CIDADE

Apagão de quase 3 horas prejudica comerciantes e motoristas

Defeitos no sistema de transmissão elétrica da Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig) deixaram ontem os bairros Abadia, Fabrício

Da Redação
Publicado em 01/12/2009 às 00:19Atualizado em 20/12/2022 às 09:18
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Defeitos no sistema de transmissão elétrica da Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig) deixaram ontem os bairros Abadia, Fabrício, São Benedito e centro da cidade sem energia elétrica. Segundo informações do responsável pelo relacionamento externo da Companhia, Valter Hugo Vieira, a interrupção ocorreu às 11h8 e foi provocada por falha na chave de transmissão que atende à rede subterrânea localizada no cruzamento da av. Leopoldino de Oliveira e rua Artur Machado.

“Uma equipe técnica compareceu ao local, consegui isolar o problema e a transmissão foi restabelecida nos três bairros, mas no centro demorou mais, porque o conserto da peça dependia de uma inspeção especial”, explica.

Vários estabelecimentos comerciais e prestadores de serviço da região ficaram no escuro até 14h32, quando o defeito foi sanado. Para Antônio de Araújo, funcionário de uma casa lotérica na rua Artur Machado, o transtorno foi ainda maior, pois, todos os serviços dependiam da utilização do computador e máquinas de cartões de crédito e débito. “Foi uma confusão, pois as filas foram ficando enormes e o pessoal continuou esperando na expectativa de que voltasse a qualquer momento”, reclama.

Em loja de roupas localizada na rua Tristão de Castro, a gerente Adriana Cristina de Freitas relata que os prejuízos foram consideráveis. “Muitas clientes chegaram a entrar na loja, mas não dá pra escolher roupa no escuro. Outra freguesa chegou a realizar a compra, mas ia pagar no cartão e também perdemos a venda”, afirma.

Trânsito. Nos pontos mais movimentados da cidade, devido ao apagão dos semáforos, o trânsito ficou conturbado e todo o efetivo da Guarda Municipal, incluindo os da área administrativa, teve que ser deslocado. “Recebemos muitos telefonemas de pessoas que ficaram esperando, até 20 minutos, para atravessar a Leopoldino, tamanha a confusão. Todo o pessoal se deslocou pra lá, só eu fiquei aqui no prédio”, garante o guarda municipal Danilo Rodrigues Gomes.

De acordo com o diretor da GM, Júlio César da Aguiar, as áreas mais atingidas foram os cruzamentos da av. Leopoldino de Oliveira com as ruas Artur Machado, João Pinheiro e Senador Pena; Manoel Borges com Major Eustáquio; e ainda a avenida Guilherme Ferreira e Praça Rui Barbosa. “Devido ao alto fluxo de pessoas e automóveis, o trânsito nesses locais ficou mais complicado, mas nenhum acidente foi registrado”, diz Aguiar.

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