Motorista diz que não conseguiu desviar e teve prejuízo de mais de R$ 7 mil; Prefeitura não informou resultado de fiscalização
Na ocasião, um vídeo enviado à reportagem mostrava uma pedra apoiada sobre um cone no meio da via, utilizada como forma de sinalização das obras, o que gerou críticas e ironias de condutores que trafegavam pelo local (Foto/Reprodução)
Motorista teve o veículo danificado após atingir pedras usadas em sinalização de obra no Alfredo Freire 4. Segundo o motorista relatou ao Jornal da Manhã, não conseguiu desviar a tempo e acabou colidindo com a pedra, o que provocou danos com prejuízo estimado em mais de R$ 7 mil. A reportagem procurou a EF Construtora, responsável pela obra, mas não houve retorno até o momento. Apesar dos questionamentos do JM, a Prefeitura não informou se o local recebeu fiscalização municipal nem se alguma medida foi aplicada após a identificação da irregularidade.
Em relato enviado pelo WhatsApp ao Jornal da Manhã, o motorista contou que não foi possível evitar a colisão. “Quando eu bati na pedra, o engenheiro da obra veio me auxiliar imediatamente e pediu para os outros funcionários removerem a pedra. Me pediu desculpas e disse que iria arcar com o prejuízo do meu veículo”, relata. Segundo ele, a construtora deu toda a assistência, pagando o reparo com peças originais e cedendo um veículo até que o carro seja consertado e liberado.
A situação já havia sido alvo de reclamações de motoristas e foi mostrada pelo Jornal da Manhã na semana passada. Na ocasião, um vídeo enviado à reportagem mostrava uma pedra apoiada sobre um cone no meio da via, utilizada como forma de sinalização das obras, o que gerou críticas e ironias de condutores que trafegavam pelo local.
Após a publicação da denúncia, o Departamento de Posturas informou que enviaria um fiscal para verificar a situação. Segundo a pasta, caso fosse constatada alguma irregularidade ou infração ao Código de Posturas do Município, poderiam ser adotadas medidas administrativas, incluindo eventual notificação ou autuação da empresa responsável.
Apesar das tentativas da reportagem de obter atualização sobre a fiscalização, o órgão ainda não se manifestou até o fechamento desta matéria. O espaço segue aberto para esclarecimentos.
A reportagem também tentou contato com a construtora responsável pelas obras, tanto pelo telefone disponível na internet quanto pelo e-mail divulgado no site da empresa, mas até o momento não houve retorno.