CIDADE

Ausência de guardas agrava os problemas do trânsito no centro

Trânsito no centro da cidade tem causado transtorno na vida dos motoristas. Além da grande quantidade de veículos, as obras do projeto Água Viva também têm dificultado o tráfego

Helena Cunha
Publicado em 13/08/2011 às 23:14Atualizado em 19/12/2022 às 22:51
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Trânsito no centro da cidade de Uberaba tem causado transtorno na vida dos motoristas. Além da grande quantidade de veículos, as obras do projeto Água Viva também têm dificultado o tráfego de carros, motos e ônibus nas principais avenidas e ruas da cidade. No entanto, grande parte da população reclama constantemente da falta de atuação da Guarda Municipal, principalmente nos locais onde estão sendo realizadas as obras do projeto Água Viva, para coordenar o trânsito e dar mais agilidade, garantindo a segurança de motoristas e pedestres.

Além de as vias permanecerem impedidas e com parte delas divididas em mão dupla, outras têm o sentido invertido, o que complica ainda mais a circulação de motoristas e pedestres, principalmente em horários de pico.

De acordo com Marco Túlio Gianvecchio, comandante da Guarda Municipal, as obras são necessárias e as pessoas têm que ter paciência. “A insatisfação da população não é com a Guarda Municipal, mas com o projeto que está sendo desenvolvido. Mas a responsabilidade cai em cima da GM.”

Segundo Gianvecchio, são 20 guardas municipais que trabalham na coordenação do trânsito no centro da cidade, sendo 10 pela manhã e 10 à tarde. “Entre os principais pontos, dois guardas municipais estão posicionados na avenida Leopoldino de Oliveira, um no início e outro no final da obra, mais dois guardas na avenida Guilherme Ferreira, também no início e no final da intervenção, um guarda na rua Jaime Bilharinho e outro na avenida Alexandre Barbosa, no ponto onde foi instalado semáforo.”

Além disso, foi reativada essa semana a GTran, viatura que circula das 6h às 18h, sempre com dois guardas municipais, nas principais ruas do centro da cidade para coibir estacionamento e carga e descarga irregulares, veículos em cima do passeio, acidentes de trânsito, explica o comandante da GM.

Para contribuir com o fluxo de veículos foi aprovada a proibição de estacionamento na rua Governador Valadares. Entretanto, Gianvecchio comenta que está vendo a possibilidade de fazer o mesmo na rua Vigário Silva com Manoel Borges. “Apesar disso, as pessoas insistem a passar pela avenida Leopoldino de Oliveira.”

Porém, o comandante ressalta que a população parece não entender e não colabora, já que insistem em passar pelos locais das obras ao invés de procurar rotas alternativas. “A obra é grandiosa e ainda tem aproximadamente mais três anos de execução. Por exemplo, a avenida Leopoldino de Oliveira será fechada quarteirão por quarteirão, sem divisor de pista.” O comandante ainda comenta que deve ser levado em consideração que atualmente são quase 300 mil habitantes em Uberaba, com frota de 157 mil veículos, ou seja, um veículo para cada dois habitantes. Ele pede à população que tenha paciência e que os motoristas utilizem de rotas alternativas para evitar problemas maiores, principalmente nos pontos onde há a execução de obras.

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