
Aeronave da Azul usada nos voos de Uberaba (Foto/Tudo Viagem)
Para aproveitar o Carnaval 2023, os uberabenses voltaram a procurar de forma intensa as agências de viagens. Após o fim das restrições da pandemia, as pessoas parecem estar retomando a confiança em compartilhar momentos e experiências turísticas, segundo os profissionais da área.
Conforme a empresária e agente de turismo Sibilla Oliveira, o destino mais procurado este ano é Porto Seguro. O fato de ter o voo direto de Uberaba ajuda muito na escolha do destino. Inclusive, a procura aumentou até mesmo em comparação com 2019, pois ainda não havia voos direto para o destino.
De acordo com Sibilla, em comparação com o ano de 2022, há um aumento significativo na procura por viagens neste Carnaval. "Aumentou muito, já que eu não vendi quase nada no ano passado por causa da nova onda da Covid. Em 2023, eu já vendi 30 pacotes", explica.
O pacote conta com passagem ida e volta, hotel e café da manhã. Segundo a agente de turismo, por causa dos preços altos, os uberabenses têm deixado para decidir a programação da viagem já no destino.
Além de Porto Seguro, a agente de turismo Solange Martins conta que outras localidades no Nordeste também são destinos muito procurados. Entre eles Maragogi, Porto de Galinhas, Fortaleza e Recife.
No entanto, a empresária explica que por causa da flutuação de preço das passagens aéreas, os clientes têm optado por viajar de ônibus, principalmente em grupos. “Por causa do custo-benefício, muitas pessoas estão procurando por viagens de ônibus. Só neste início de ano nós já fechamos 25 pacotes com transporte rodoviário”, afirma Solange.
De acordo com a agente, desde novembro do ano passado, quando os pacotes para o Carnaval começaram a ser divulgados, o movimento tem sido intenso. “As pessoas querem viajar nesse período”, conta.
Cruzeiros. As vendas de pacotes para cruzeiros também têm sido positivas. Sêmia Dias, proprietária de uma agência de turismo em Uberaba, conta que os clientes têm optado por cruzeiros durante o período do Carnaval.
Ainda segundo Sêmia, a procura cresceu em cerca de 50% em comparação com o ano passado.