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Vencedor do leilão de abril, o Consórcio S, formado pelas empresas Soma Ambiental e Seleta Ambiental, ainda não atua no gerenciamento regional do lixo. Isso porque o contrato para a coleta, transporte, tratamento e destinação final do produto ainda não foi assinado. Enquanto não há assinatura, Codau trabalha anteprojeto de regulamento da cobrança do lixo na conta de água.
Com o novo modelo, que troca a base de cobrança alicerçada na metragem do terreno pelo consumo de água como referência, a expectativa é que o uberabense pague menos pelos serviços no ano que vem.
Ao invés de ser paga por ano, junto com o IPTU, a proposta é que a taxa começará a ser recolhida mensalmente, junto com a conta de água. Na época, também foi informado que o cálculo da taxa de coleta de resíduos sólidos será diferente e passará a ser feito com base no volume de água consumido por mês.
A previsão inicial era que fosse cobrado R$1 por metro cúbico de água consumida nos primeiros quatro anos. O valor passaria a ser de R$1,29 por metro cúbico a partir do momento em que a concessionária implantar a tecnologia necessária para começar a geração de energia a partir do lixo.
Gerenciamento Regional. A concessionária (Consórcio S) assumirá a prestação dos serviços de coleta, transporte, tratamento e destinação final ambientalmente adequada de resíduos sólidos domiciliares (RDO) em oito cidades da região. O contrato abrange Uberaba, Sacramento, Conceição das Alagoas, Campo Florido, Delta, Água Comprida, Veríssimo e Planura.
Nos primeiros cinco anos de concessão, R$132 milhões serão investidos em obras. O projeto prevê, inclusive, a implantação de uma usina de reaproveitamento energético a partir do lixo para atender as cidades da região.