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Caminhão utilizado pela Copare, contratada pelo Codau, que deve agilizar o processo de reparos em locais onde são realizadas manutenções
Codau trabalha para reduzir prazo de reparos após manutenção. Várias reclamações da comunidade chegam ao Jornal da Manhã quanto a demora em reparar os danos causados pelos funcionários do Codau durante um serviço, como vazamentos e ligação de água e esgoto. Alguns questionam quais são as responsabilidades da autarquia na hora de fazer os reparos. E a intenção, segundo o presidente do Codau, Luiz Guaritá Neto, é mudar esta realidade, acelerar o processo, e esclarecer as dúvidas do contribuinte.
Há alguns dias o JM recebeu a denúncia de um morador do bairro São Benedito que teve dificuldades com o serviço realizado pelo Codau. Os funcionários realizaram o ligamento de água e esgoto na casa de um vizinho, deixaram o serviço para ser concluído no outro dia, e não sinalizaram o local. A situação gerou transtorno no trânsito, e também muita sujeira. Por conta da chuva, a rua ficou cheia de lama, e até mesmo o muro da residência sujaram. A grande dúvida deste morador era se o Codau voltaria para consertar os estragos que deixou, inclusive no muro da casa.
“O Codau tem as suas responsabilidades e não fugimos delas. É preciso levar em consideração que quando realizamos uma manutenção não se sabe o que pode encontrar. Então, às vezes é preciso fazer um buraco maior. Estamos falando de 70 vazamentos por dia e depois disto temos que cuidar dos reparos. Em outro momento, com a recuperação do asfalto e justamente neste prazo, pode chover e deixar o local cheio de lama. Por outro lado, posso dizer que o nível de reclamação caiu consideravelmente. Pode ser que por algum momento vamos deixar a desejar, causar transtornos, não realizar a sinalização adequadamente, mas tem um empenho enorme de toda a equipe para melhorar esta realidade”, explica o presidente da autarquia.
Para atender uma solicitação de vazamento, por exemplo, segundo Luiz Neto, o tempo de espera caiu bastante, e a próxima meta é reduzir o prazo de reparo dos danos. E isto vem sendo trabalhado. “Contratamos uma empresa para fazer a reconstrução do asfalto, com aquisição de uma máquina moderna para o trabalho, mais eficiente e ágil, uma pequena usina de asfalto. Ainda estamos tentando diminuir os prazos, mas esta é uma luta diária; Hoje são seis dias para fazer o trabalho, entre a manutenção e os reparos, porém, a tendência é diminuir cada vez mais esse prazo”, afirma.
Com relação à empresa contratada, trata-se da Copare. Ela possui caminhão moderno que reúne em um só veículo os equipamentos de dois caminhões para a recomposição asfáltica. Ele transporta a massa asfáltica em ambiente fechado e mantém um maçarico para aquecer o produto. A vantagem é manter a temperatura alta e mesmo com chuva executar o serviço. O caminhão também tem espaço para levar o cascalho, transporta um compactador para fazer a finalização do revestimento e possuiu o bico para despejar a emulsão asfáltica na rua. Luiz Guaritá Neto estuda adquirir um equipamento semelhante para o Codau.