Plano de carreira, bolsa educação e prêmio de produtividade para servidores do Codau foram novamente discutidos
O plano de carreira, a bolsa educação e o prêmio de produtividade para os servidores do Codau – distribuídos em três projetos distintos – foram novamente discutidos pela direção da autarquia, sindicato da categoria e um grupo de vereadores. As matérias, que estão tramitando na Câmara, chegaram a ir para votação, mas foram alvo de pedidos de vistas de Marcelo Borjão (DEM), que estava ontem à tarde na reunião realizada na sede do Centro Operacional de Desenvolvimento e Saneamento de Uberaba – além dele, professor Godoy (PTB), Itamar Ribeiro (DEM) e Ripposati/Betinho (PSDB).
À época o democrata alegou que o teor dos projetos não era o mesmo acordado entre a autarquia e o Sindicato dos Trabalhadores da Indústria de Purificação e Distribuição de Água e Serviços de Esgotos de Uberaba (Sindae), tanto que o próprio presidente da entidade, Jasminor Francisco da Costa, afirmou que estava se sentindo ludibriado. A existência de um plano de carreira com data de 2008 foi apontada como causa da insatisfação, já que, segundo o dirigente sindical, os servidores nada sabiam sobre ele.
Ontem, o presidente do Codau, José Luiz Alves, apresentou ao grupo uma cópia da ata referente à homologação dos projetos junto à Delegacia Regional do Trabalho – como o próprio informa –, contendo sua assinatura e do Sindae, ou seja, ele reitera que os textos são resultado de consenso. “Antes de homologar, o sindicato ainda levou os projetos para assembleia e eles foram aprovados por unanimidade”, garante, acrescentando que as proposições são um avanço. Quanto ao plano de carreira, ele reforça que o PL atual visa a regulamentá-lo.
Enquanto isso, Borjão assegura que haverá nova rodada de conversa entre os vereadores e o Sindae, na sexta-feira, quando deverão elaborar um novo texto que contemple as 30 horas semanais e não 40 como agora propõe o Codau. Ele diz que a intenção e votar os projetos ainda este ano.