Com os fatos das últimas semanas, entre manifestações, paralisação e demissões, surgiu a dúvida se a obra ainda está sendo feita
José Renato Gomes, secretário de Desenvolvimento Econômico, garante que obras da planta de amônia não estão paradas. Com os fatos das últimas semanas, entre manifestações, paralisação e demissões de funcionários, surgiu a dúvida se a obra ainda está sendo realizada, pois recentemente 400 operários foram dispensados por empreiteira da Toyo Setal, responsável pela construção. Contudo, o secretário confirma que o serviço continua e que houve apenas uma desaceleração.
“Estamos acompanhando essa situação envolvendo a planta de amônia diariamente, já realizamos várias reuniões na secretaria. Portanto, neste momento, as atividades estão caminhando devagar, trabalhamos bastante para que as obras não parassem. Acredito que em breve o serviço volte ao ritmo de costume, a informação que tive é que a obra estava com o cronograma avançado e, com o corte de recurso, foi preciso adequar o serviço que estava sendo entregue com o recebimento de verba”, explica.
O secretário revela que, assim como qualquer cidadão, para a Prefeitura as demissões também surpreenderam. Mas, diferente de outras cidades do país, em que estão sendo realizadas obras da Petrobras, aqui em Uberaba o serviço não parou e os funcionários demitidos estão sendo remanejados para outras empresas. “Estão sendo aproveitados em outras obras, da Valor da Logística Integrada (VLI), para construção do Terminal Integrador Uberaba (TI Uberaba), e da Triunfo, empresa responsável pela administração da BR-262, que implantou uma fábrica de pré-moldados na cidade. Estamos aproveitando esta mão de obra qualificada e a recolocando em outros empreendimentos”, explica.
Por falar em empreendimentos, o secretário comentou também a chegada de novas empresas na cidade. “Sempre temos algo no forno, é um trabalho sistemático, que só podemos anunciar quando tudo está acertado. Estamos sempre em busca de novas empresas e de forma diversificada”, afirma José Renato.