Símbolo da tradição católica, o relógio da torre da Catedral Metropolitana de Uberaba está há dois anos sem funcionar e não há expectativa de retornar à atividade. A administração da Igreja não tem recursos para bancar o conserto.

Por falta de capital e mão-de-obra para operar o equipamento, o relógio continuará sem funcionar. De acordo com a Arquidiocese de Uberaba, precisa fazer o conserto do relógio e a restauração da escada que é usada para acessar o relógio.
“Como ele é de corda, é preciso que alguém suba nele a cada 3/4 dias para dar corda, e a pessoa que fazia isso antigamente já não tem mais condições físicas para fazer isso, é um senhor de idade”, esclarece, em nota.
Além disso, para consertar o relógio, que é de corda, seria necessário, primeiro, restaurar (ou melhor, refazer) a escadaria que dá acesso à torre, construída de madeira que apodreceu ao longo do tempo.
Questionada sobre financiar essa reforma, a Arquidiocese explica que cada paróquia realiza seus próprios eventos para arcar com reformas e construções. Como não tem mão-de-obra para manter o relógio funcionando depois, ainda não foi calculado o custo do conserto porque não é uma prioridade neste momento.