Depois da publicação sobre a terceirização dos espaços, responsável pela área do parque diz que não tem envolvimento com locatário
Depois da publicação do Jornal da Manhã sobre a terceirização dos espaços comerciais da praça da Abadia no período da festa da padroeira, o responsável pela área do parque de diversões, Paulo Silveira, esclarece que não tem envolvimento com Luiz Antônio Ricardo, conhecido como Baiano, que pagou R$30 mil para comercializar o espaço público aos comerciantes.
Devoto de Nossa Senhora da Abadia, o comerciante explicou que trabalha na festa há mais de 30 anos e que o contrato é com o Santuário, e não com o responsável da área terceirizada. Paulo disse que “Baiano” foi preso, e os responsáveis pela festa o procuraram para organizar a parte do parque de diversões. “O meu negócio é independente do dele. Eu faço negócio com a Igreja”, frisa.
Na tarde de ontem houve uma reunião com os integrantes da Comissão de Festa para acertar os detalhes do trabalho prestado por ele. Entretanto, ainda não há um valor estipulado para área do parque, pois a terceirização envolveu toda a praça. Porém, na negociação entre as partes, ficou acordado que o espaço alugado na área do parque por Baiano será revertido para Paulo Silveira.