CIDADE

Educação inclusiva no esporte é positiva para alunos especiais

A ideia é de oportunizar ao aluno com deficiência, já atendido na rede, o ensino da prática educacional esportiva, de forma organizada

Publicado em 15/04/2018 às 14:49Atualizado em 16/12/2022 às 04:45
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O projeto “Esporte Educacional Especializad uma possibilidade a mais” é uma parceria entre o Departamento de Inclusão e a Seção de Apoio ao Paradesporto, da Diretoria de Assuntos Esportivos Educacionais (DAEE), e tem apresentado ótimos resultados no desenvolvimento de alunos com deficiência e também de educadores e familiares. O sucesso do projeto pode ser observado nos números, pois em 2017 foram atendidas 11 escolas da rede municipal e, neste ano, já são 22 que atendem ao Tempo Integral, com expectativa de ampliação.

A ideia é de oportunizar ao aluno com deficiência, já atendido na rede, o ensino da prática educacional esportiva, de forma organizada, com estrutura física adequada, acompanhamento de profissionais qualificados e gratuitamente. Os alunos do Tempo Integral são atendidos nos Cemeas Abadia e Boa Vista, com a natação. Já os alunos do projeto Labor realizam as atividades na Casa do Menino, com jogos coletivos, como vôlei e futsal.

Ana Eloisa Garcia, chefe da Seção de Paradesporto da DAEE, considera um desafio e um ponto muito positivo para a educação inclusiva em Uberaba, promovendo o bem biopsicossocial dos alunos com deficiência, encaminhados pelas salas de Atendimento Educacional Especializado (AEE).

O objetivo do projeto é desenvolver hábitos e atitudes que favoreçam a disciplina, dedicação, persistência, respeito, autonomia e independência por meio das práticas esportivas educacionais, bem como oportunizar a prática esportiva educacional como lazer, reabilitação, desenvolvendo as habilidades motoras e funcionais para melhorar a realização das atividades de vida diária. “Fazendo o comparativo, não temos somente números, podemos notar a diferença dos alunos no rendimento dele na escola. Estamos fechando os dados da avaliação diagnóstica e já pudemos perceber essa mudança na vida das crianças com deficiência”, diz Ana Eloisa.

A chefe do Departamento de Inclusão da Secretaria Municipal de Educação, Denise Scussel, considera a oportunidade uma grande ferramenta de acesso das pessoas com deficiência, que, na maioria das vezes, não têm acesso às atividades esportivas.

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