Exclusão foi o termo que a dona-de-casa Lucimar Moreli, 38, usou para descrever a situação do filho na Escola Estadual Aurélio Luís da Costa.
“Estão querendo que eu mude meu filho de escola porque é repetente. A diretora alega que ele está com a idade avançada para estudar no 9º ano, em período matutino. O garoto tem 17 anos e não tem problemas de disciplina”, reclamou Lucimar.
A redação do JM falou com a direção da escola, que negou a exclusão, afirmando que houve um mal-entendido. “O que pedimos aos pais, neste começo de ano, foi maior atenção com os filhos, como medida socioeducativa, e oferecemos algumas propostas, sendo que em nenhuma delas pedimos a exclusão dos alunos da escola, e sim que eles se sintam motivados nela”, explicou a diretora, Sidneia Aparecida Ferreira.
Ela destaca que um documento contendo a pauta foi assinado pelos pais. “A senhora Lucimar não foi a única mãe a comparecer à escola para falarmos sobre o desempenho dos filhos. Outros pais se comprometeram a nos ajudar, pois a família é muito importante nesse processo”, concluiu.