Secretário Fahim Sawan diz que a briga é política. Em entrevista, o secretário disse que não se preocupa com as ofensas feitas a ele
Secretário de Saúde Fahim Sawan diz que a “briga” é política. Em entrevista à imprensa, o secretário disse que não se preocupa com as ofensas feitas a ele, e que toda a discussão em torno da saúde pública no município não está relacionada à gestão da atual administração e sim de forma política, “de interesses próprios e pessoais”, afirma Fahim.
Com relação às diferenças nos valores apresentados ao Legislativo, comparando aos números levados ao Tribunal de Contas de Minas Gerais e ao Ministério Público, Fahim diz que existem duas maneiras de se prestar contas: uma pelo TJMG e outra pelo Sistema de Informações sobre Orçamentos Públicos em Saúde (Siops). Às vezes ocupam planilhas diferentes, e as divergências podem estar nesta situação. “Mas é importante que se esclareça e se saneie as dúvidas. Se os números são divergentes, precisam ser realmente pactuados, não podem existir dois números, a matemática é uma só”, explica o secretário municipal de Saúde.
Fahim comentou também sobre a compra de medicamentos. De acordo com ele, neste assunto houve várias dificuldades, primeiro quanto ao envio de medicamentos pelo governo federal, depois no Estado, que enviou apenas um lote completo, e, por fim, as mudanças na administração da Saúde, com essa reformulação houve atrasos para compra destes medicamentos. “É importante destacar também que no ano passado tivemos que gastar um pouco mais com a dengue. Diante da epidemia que tivemos, foi preciso fazer um corte no orçamento, e esse valor se tornou dívida de 2014, e quando há o corte de empenho, é preciso começar todo processo novamente”, explica Fahim. Ele ressalta ainda que a falta de medicamentos aconteceu a partir do mês de setembro e que não houve falta no começo do ano e, por isso não, se comprou porque os estoques estavam abastecidos.