CIDADE

Há oito anos água empoça em rua do bairro Estrela da Vitória

No governo anterior situação foi repassada pela assessoria de bairro à Secretaria de Infraestrutura, que se comprometeu a avaliar o caso

Geórgia Santos
Publicado em 24/01/2014 às 01:24Atualizado em 19/12/2022 às 09:18
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Água empoçada na rua Ipê, no bairro Estrela da Vitória, causa transtornos a moradores. De acordo com o repositor de supermercado Wagner Bezerra de Sousa, este é um problema antigo, existe há cerca de oito anos no final da rua Ipê. A água toma conta de lado a lado da via, e em dias de chuva mais forte chega a invadir as residências da região. A comunidade pede solução definitiva ao problema, que já foi repassado às autoridades.

“É como se estivesse ilhado na minha casa, sem ter como sair, pois a rua está alagada e a água não escorre. Convivo com esta situação há muito tempo e, diante de tantos transtornos, já procurei diversas medidas para evitar este problema. Os vizinhos jogaram terra com o intuito de que fosse possível sugar a água, mas foi em vão, a situação ficou pior, deixando o local cheio de lama, e até mesmo o mato cresceu com a terra. Na porta da minha casa construí pequenas muretas, para tentar impedir que a água invadisse, mas apenas amenizou a situação, em dias de temporais a água ultrapassa a mureta e a alaga todo quintal”, reclama Wagner.

O repositor conta que já procurou a Prefeitura várias vezes pedindo uma solução definitiva. Primeiro esteve no Codau, entretanto, informaram a ele que é preciso construir galerias pluviais para o escoamento da água até a avenida Canaã. Assim, levou o caso à Prefeitura, mas não houve solução. De acordo com ele, nenhum funcionário da Secretaria de Infraestrutura esteve no local. “Para se ter uma noção, os carros da PMU chegam a passar pelo local, correm o risco até de ficar atolados e não fazem nada, é como se não quisessem enxergar o problema”, afirma o repositor, ressaltando que também se preocupa com a saúde da família, visto que a água fica parada por dias, quando ninguém passa pela rua, se tornando um possível criadouro do mosquito da dengue.

Por ser uma demanda de vários anos, no governo anterior a situação foi repassada pela assessoria de bairro à Secretaria de Infraestrutura, que era comandada por José Eduardo Rodrigues da Cunha, que havia se comprometido a avaliar o caso, mas ficou por isso mesmo, nada foi feito. A demanda foi repassada novamente à Secretaria de Infraestrutura, que atualmente tem como secretário Roberto Indaiá. Ele foi informado sobre o caso e disse que vai enviar um engenheiro até o local para analisar a situação e, a partir disto, ver o que pode ser feito.

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