Sem energia elétrica, os moradores improvisavam instalações para ter o mínimo de conforto. Alguns utilizavam extensão
No mês de agosto, o Jornal da Manhã divulgou o drama vivido pelos moradores do Residencial Guilherme Borges. Sem energia elétrica, os moradores improvisavam instalações para ter o mínimo de conforto. Alguns utilizavam extensão e dividiam a energia com outros vizinhos. Dois meses depois da publicação, a equipe voltou ao local e verificou as modificações ocorridas.
Após várias reclamações dos moradores do residencial junto à construtora, à Prefeitura e à Cemig, a concessionária instalou postes e sistema de transmissão de energia elétrica. Segundo o gerente de relacionamento da empresa, Hudson Elvis Ferreira, no dia 5 de outubro a Cemig atendeu parte da população. “Vamos instalar a rede para as pessoas que acionaram a Cemig”, explica.
À época, a dona-de-casa Poliana Gouveia Costa contou que a construtora prometeu instalar a rede elétrica em 60 dias após a compra do imóvel. No entanto, em nove meses, nada havia sido feito. Ela procurou inúmeras vezes a construtora, a Prefeitura e a própria Cemig. A reportagem procurou a construtora e foi informada de que era de responsabilidade da Cemig. No entanto, a concessionária e a Prefeitura se posicionaram que a construtora deveria oferecer a estrutura. Mesmo assim, a Cemig implantou o sistema de transmissão de energia elétrica.
Satisfeita, a dona-de-casa afirma estar tranquila com o resultado. “A equipe esteve aqui na semana passada. Mas ainda faltam três pessoas para receber a energia. Agora nós temos chuveiro elétrico e televisão. Estamos muito satisfeitos”, comemora.