Mais de 600 participaram da 3ª edição da Marcha Contra o Crack. O evento encerrou a Semana de Valorização da Vida
Mais de 600 pessoas participaram da terceira edição da Marcha Contra o Crack e Outras Drogas. O evento encerrou a Semana de Valorização da Vida, que teve como tema “A Informação é a Melhor Prevenção”. Várias atividades foram promovidas como palestras, celebrações eucarísticas, torneio de futebol e, para fechar, a caminhada, que movimentou as ruas e avenidas do centro da cidade, crianças, jovens e adultos se manifestaram contra o uso de drogas.
A marcha começou na praça da igreja Santa Rita, o grupo seguiu até a Concha Acústica, onde foram realizados shows regionais, apresentações de dança e atendimentos envolvendo o Consultório de Rua e o Centro de Atenção Psicossocial ao Dependente Químico (Caps D).
O vice-prefeito Almir Silva participou da marcha e, de acordo com ele, este é um evento importante e necessário. “A partir do momento em que se coloca um tema na rua, para que seja debatido, ainda mais este que é o mal do século e nenhuma família está isenta, sem dúvida é uma ação importante. É preciso tratar o problema de frente, debater sobre o assunto, as pessoas fogem da discussão de temas que são difíceis e isso não pode acontecer. A iniciativa levantou o debate, mostrando os males que droga traz para uma família”, explica.
Para o vereador Edmilson de Paula, organizador do evento, a semana foi muito produtiva, com resultados acima do esperado. Ele comemorou a participação de professores, citando como fundamental o apoio da Escola Municipal Adolfo Bezerra de Menezes, que inclusive realizou uma minipasseata no bairro Abadia, mas ao mesmo tempo lamentou a ausência da Superintendência Estadual no projeto. “Contamos com muitos parceiros, sem dúvida a marcha está crescendo, mas para este ano esperávamos mais apoio de alguns órgãos que não se envolveram tanto, e outros que nem mesmo participaram, é preciso trabalhar e conscientizar mais”, afirma.
Contudo, Edmilson não deixa de destacar o avanço, se comparado à primeira edição, melhorou bastante. “Este ano mais parceiros chegaram e estamos conseguindo repassar o recado para que não usem drogas, mas ainda é preciso avançar”, finaliza Edmilson.