Falta de retornos no Morada Du Park ainda é um problema para moradores. Em alguns pontos é preciso percorrer um longo trecho para chegar ao local desejado
Foto/Neto Talmeli
Entrar ou sair do bairro é trabalhoso, além de caro, revoltando não só os moradores, como também motoristas viajantes
Falta de retornos no Morada Du Park ainda é um problema para moradores. Em alguns pontos é preciso percorrer um longo trecho para chegar ao local desejado. A desagradável situação, além de transtornos, gera custos, revoltando a comunidade.
Marco Antônio Silva Oliveira mora na avenida principal do bairro, na região mais próxima ao viaduto da BR-262 com a BR-050, e de acordo com ele, não é nada fácil quando precisa ir a bairros como o Parque das Américas ou Volta Grande. “Preciso seguir por toda a avenida, até o viaduto de acesso ao bairro Copacabana, e voltar pela 262, no sentido Campo Florido-Uberaba. Esse é um longo percurso, ao todo são cerca de dois quilômetros”, explica.
O morador destaca que este não é um problema exclusivo de moradores. Vários motoristas que estão viajando ficam perdidos e indignados ao saber que precisam percorrer um longo trecho para fazer o retorno e seguir o caminho correto. “Já pedimos mudanças à prefeitura, mas não houve resultado. O melhor seria refazer a rotatória em frente ao Jockey Park ou pelo menos um retorno. Outra sugestão é a desapropriação de uma área, no início da avenida Riceiro Lenza, para construção de uma estrada que chegaria até a rodovia BR-050”, relata o morador.
Vale destacar que a reportagem do Jornal da Manhã já esteve no local retratando a situação, mas o morador reitera que a comunidade tem pouca expectativa de mudanças, já que a gestão municipal nada fez até o momento. “Enquanto isso, o bairro fica cada vez mais vazio. Já não temos mais comércio e, com o passar do tempo, muitos se mudarão devido às dificuldades”, afirma o morador.
Por meio de sua assessoria, em nota, a Prefeitura informou já terem sido feitas diversas solicitações junto aos órgãos competentes, como ANTT, Dnit e outros órgãos federais, a fim de viabilizar a abertura de uma rótula na altura do Jockey. Mas por se tratar de rodovia federal, é preciso seguir normas de segurança e trafegabilidade, o que impediu o atendimento das solicitações.