Alterações no trânsito do bairro Alfredo Freire geram insatisfação de moradores. As mudanças foram feitas no meio do ano passado, com a revitalização da sinalização
Alterações no trânsito do bairro Alfredo Freire geram insatisfação de moradores. As mudanças foram feitas no meio do ano passado, com a revitalização da sinalização e implantação de binários. Em algumas ruas passou a ser proibido o estacionamento dos dois lados da via, e é justamente esta a reivindicação dos moradores.
Segundo Júlio Cesar, o estacionamento no primeiro quarteirão da rua Francisco Munhoz Lopes está proibido, o que vem trazendo transtornos aos moradores. “Fizeram mudanças no bairro que não agradaram, como na rua Francisco Munhoz Lopes, que, além de proibir o estacionamento, a Prefeitura não solucionou o nosso maior problema: é preciso conter a alta velocidade dos veículos que entram no bairro por meio do viaduto, instalar ao menos uma lombada na via. Há poucos dias aconteceu um acidente por conta de um carro que estava em alta velocidade e colidiu com outro veículo que estava parado. Quanto ao estacionamento, já que proibiram, poderiam fazer bolsões com estacionamentos na diagonal, o que com certeza seria ponto facilitador para os moradores da região”, explica Júlio Cesar.
No bairro foram instaladas 187 placas de “Pare”, 33 de sentido de circulação de via, 18 de parada obrigatória, entre outras. Paralelamente a este trabalho, a população seria informada sobre as mudanças de trânsito que foram executadas no bairro para garantir maior fluidez e segurança no tráfego de veículos e ainda para os pedestres. Entretanto, segundo a moradora Edna Costa de Oliveira, não houve nenhuma reunião no bairro para comunicar as alterações.
De acordo com o subsecretário de Trânsito e Transporte, Coronel Antônio de Sousa Filho, o projeto para as mudanças do bairro foram concluídas, portanto não estão previstas novas alterações. “A partir das mudanças que fizemos, a secretaria não foi acionada quanto às reivindicações, estou até surpreso, pois foram somente elogios. Quanto ao estacionamento, não existe a necessidade de bolsões e nem de permitir o estacionamento, pois não há demanda na via, bem próximo existem locais permitidos para parar”, afirma o coronel.