Fot Fernanda Borges
Buracos na rua Antônio Pedro Naves geram reclamação de moradores. Recentemente, o trecho entre a avenida Leopoldino de Oliveira e rua Afonso Rato estava em obras para substituição das redes de água, esgoto e suas derivações. O serviço foi concluído e feito o asfalto, entretanto, pouco tempo depois começaram a surgir buracos em vários pontos da rua.
No primeiro semestre do ano passado a equipe de reportagem do Jornal da Manhã esteve no local para ouvir a reclamação de moradores por conta dos paralelepípedos. Além de pedir os reparos, também reivindicaram o asfalto. “Primeiro taparam os buracos e depois, com a obra na tubulação, fizeram o asfalto. Melhorou muito, mas não fizeram um bom serviço, colocaram uma camada fina de massa asfáltica e pouco tempo depois os buracos começaram a aparecer”, explica a professora aposentada Vani Santos.
A professora, que mora no local há muito tempo, destaca que esse trecho da rua Antônio Pedro Naves sempre foi movimentado. Primeiro por causa das obras do Água Viva, se tornando rota alternativa, e agora por conta do sistema Vetor/BRT, e muitos, para evitar a avenida Leopoldino, passam pela rua.
O secretário de Infraestrutura, Roberto Indaiá, assume que este não é o pavimento definitivo. “Na verdade, ainda não é asfalto. Quando realizamos o serviço, estava chovendo muito e não tinha como fazer o serviço. Além disso, a tubulação está muito perto da superfície. Começamos a compactação de terra e, por conta da umidade, a todo o momento aconteciam vazamentos. Assim, colocamos apenas uma borra de asfalto para liberar o trânsito até que seja feito o definitivo. Por isso os buracos aparecem, e vamos tapá-los”, diz.
Além do problema com o asfalto, Vani também faz um alerta com relação à dengue. Os moradores da região estão preocupados porque na rua Afonso Rato, próximo ao número 338, existe uma casa sem moradores há muito tempo. “No local funcionou uma escola, há uma piscina que não está coberta e pode ser um foco do mosquito da dengue. Liguei no Departamento de Posturas, disseram que os fiscais viriam e não apareceram. Liguei também no Disque-Dengue, porém disseram que isso não é responsabilidade do setor”, diz.