CIDADE

Paralisados, servidores da Superintendência de Saúde manifestam pelo reajuste salarial

Marconi Lima
Publicado em 28/02/2018 às 16:28Atualizado em 16/12/2022 às 05:58
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 Foto/Sandro Neves

Servidores da Superintendência Regional de Saúde realizaram manifestação em frente ao prédio nesta manhã contra ações do governo estadual; além da recomposição salarial, eles pedem o fim dos privilégios concedidos a categorias do funcionalismo

Servidores efetivos da Superintendência Regional de Saúde (SRS) em Uberaba aderiram a um movimento de paralisação que foi deflagrado em todo o Estado pela categoria. O ato teve início às 10h e foi encerrado às 12h.

A manifestação aconteceu na sede da SRS, na avenida Maria Carmelita Castro Cunha, na Vila Olímpica. Uma das reivindicações dos servidores é pelo reajuste salarial de 21%.

No total, 28 regionais em Minas Gerais aderiram a este movimento. De acordo com uma das manifestantes, Denise Maciel Carvalho, há pelo menos cinco anos a categoria não tem aumento salarial.

“Queremos uma saúde melhor para todos. Estamos aqui para defender o SUS (Sistema Único de Saúde). E também que haja uma isonomia, pois, o governo trata com distinção as diversas categorias”, ressaltou.

De acordo com Denise, as informações que foram passadas aos manifestantes em Uberaba é que a adesão ao movimento em todo o Estado foi muito positiva. “Praticamente, todos os servidores efetivos participaram da manifestação”, ressaltou.

Ela voltou a criticar o governo de Minas, que não concede reajuste salarial aos servidores da Saúde. “São cinco anos sem reajuste salarial. Vimos outras categorias dentro do Estado sendo privilegiadas. Queremos isonomia, sem privilégios para nenhum setor”, destacou Denise.

Além das manifestações, será enviado ofício à Assembleia Legislativa do Estado de Minas Gerais (ALMG) e à Justiça Eleitoral em que os trabalhadores da Secretaria Estadual de Saúde de Minas Gerais destacam terem sido colocados à margem pela gestão estadual, visto que não houve reajuste salarial para recomposição das perdas inflacionárias, a revisão dos Planos de Cargos e Salários e reposicionamento continua estática junto aos Recursos Humanos, a promessa de campanha de redução de carga horária para 30 horas não se efetivou bem como os salários parcelados e, muitas vezes, atrasados.

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