Período eleitoral não irá prejudicar a contratação de médicos pelo Governo Municipal. Por se tratar de serviço público essencial à sobrevivência, a Secretaria da Saúde está ressalvada do impedimento previsto na legislação eleitoral. Conforme a Lei 9.504/97, a nomeação ou contratação necessária para o funcionamento inadiável de serviços públicos essenciais pode ocorrer no período eleitoral, desde que exista a prévia e expressa autorização do chefe do Poder Executivo e a devida justificativa. “Desta forma, não haverá qualquer prejuízo à assistência no município”, assegura o secretário Valdemar Hial, através da assessoria de comunicação. Ele também nega a falta generalizada de médicos na rede municipal de saúde. Do total de 50 médicos do Programa Saúde da Família (PSF), houve a saída de sete profissionais no mês passado devido à aprovação em residência médica em outro município, mas, segundo o secretário, quatro já foram substituídos para dar continuidade ao atendimento. Valdemar Hial também informa que outros três médicos desistiram do contrato. No entanto, a pasta está convocando esta semana mais três candidatos para completar o quadro profissional. Os médicos, segundo ele, foram aprovados em processo seletivo.