Dioclécio foi autor da lei que criou o Teatro Municipal de Uberaba, atualmente sediado no Cine Teatro Municipal Vera Cruz
Sepultado na tarde ontem no cemitério São João Batista o corpo do ex-vereador Dioclécio Campos (foto), que exerceu mandato na Câmara Municipal de Uberaba no período de 1955 a 1958, quando a função não era remunerada e, na ocasião, filiado à União Democrática Nacional (UDN). No ano passado ele foi homenageado pelo mesmo Poder Legislativo por ocasião de seu centenário de vida. Dioclécio foi autor da lei que criou o Teatro Municipal de Uberaba, atualmente sediado no Cine Teatro Municipal Vera Cruz.
O prefeito Paulo Piau expediu decreto de luto oficial no município pelo falecimento de Dioclécio Campos. Ex-bancário, formado em Ciências Contábeis, Dioclécio Campos também foi empresário do setor imobiliário. Viúvo de Anna dos Reis Campos, com quem teve sete filhos, casou-se pela segunda vez com Marlene Ferreira e viveu com ela por mais de 30 anos. Entre os sete filhos está o escritor, ex-secretário-executivo do Ministério da Saúde e ex-presidente da Sociedade Brasileira de Pediatria por dois mandatos, Dioclécio Campos Júnior, e o engenheiro, estatístico, diretor do Instituto de Pesquisas Ápice, Luiz Cláudio Campos, e a empresária Virgínia Campos.
O decreto de luto ressalta o trabalho que Dioclécio Campos desempenhou para a defesa e interesses públicos, de forma imparcial, austera, com responsabilidade, dedicação, honestidade, seu lema principal. “Cumpre ao Poder Público homenagear a memória do ex-vereador, que contribuiu para a comunidade uberabense e na busca do progresso nos campos social, político, ético e da segurança pública”, diz o documento.