Está marcada para o dia 24, a partir de 17h30, a Plenária Estadual que discutirá diversos itens da pauta de reivindicações
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Presidente do Sind-UTE, Maria Helena Gabriel diz que a categoria vai discutir a coparticipação hoje exigida pelo Ipsemg
Está marcada para o dia 24 de fevereiro, a partir de 17h30, a Plenária Estadual que discutirá diversos itens da pauta de reivindicações dos profissionais da Educação. O debate é organizado pelo Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação de Minas Gerais (Sind-UTE) e contará com a presença da coordenadora-geral da entidade no Estado, Beatriz Cerqueira.
De acordo com a presidente do Sind-UTE Uberaba, Maria Helena Gabriel, a plenária será realizada na sede do Sindicato dos Bancários, que fica na rua Governador Valadares, nº 450, cedida para a discussão dos profissionais da Educação. “Nós vamos discutir a coparticipação dos servidores no Ipsemg (Instituto de Previdência dos Servidores do Estado de Minas Gerais), porque agora tudo o que os trabalhadores em Educação solicitarem no Ipsemg vão ter que pagar uma parte. Este é um órgão para o qual nós pagamos e agora o governo criou essa coparticipação. Temos lutado muito para derrubar essa decisão, porque todo exame médico que o profissional fizer terá um valor a parte que ele deverá contribuir. Tudo bem, mas é preciso questionar se haverá médicos em todas as especialidades e hospitais para nos atender? Ou ficará como é hoje, em que não há atendimento adequado para a categoria?”, afirma.
Maria Helena destaca ainda que outro ponto da pauta a ser discutida nesta plenária é a campanha salarial para 2014. “Nós já protocolamos a reivindicação, que é a mesma pauta do ano passado, porque o governo a descumpriu em 2013. É a questão do piso salarial, no qual estamos trabalhando. Não podemos ter 5% de reajuste, que o governo pagou neste mês de fevereiro, sem o piso, e que só saiu porque fizemos acampamento e manifestamos na Copa das Confederações. Nosso foco é o piso salarial nacional”, ressalta a sindicalista.
A presidente do Sind-UTE informa que serão discutidas as reivindicações da categoria para 2014, além de reforçar a luta contra problemas antigos, como a falta de professores nas escolas, já que o governo estadual não teria realizado a contratação para o início das aulas este ano. Em Uberaba, por exemplo, Maria Helena afirma que já recebeu denúncia de que há escolas onde serviçais estão substituindo professores. Os últimos preparativos para a greve dos professores do Estado, prevista para acontecer a partir do dia 26 de fevereiro, também serão debatidos com a coordenadora-geral, bem como a greve nacional de três dias, prevista para março.