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Polícia Ambiental fiscaliza pesca na piracema

Começou no dia 1º de novembro o período da piracema - época em que os peixes sobem para as cabeceiras dos rios

Publicado em 09/11/2011 às 23:27Atualizado em 19/12/2022 às 21:27
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Começou no dia 1º de novembro o período da Piracema - época em que os peixes sobem para as cabeceiras dos rios para se reproduzir -, se estendendo até 28 de fevereiro. Em Uberaba, a Polícia Ambiental alerta pescadores amadores e profissionais sobre as normas a serem seguidas, segundo a Legislação, para uma boa pesca e, de preferência, sem problemas.

O sargento Marivan Anderson Fernandes informou que neste período estão proibidas as pescas profissionais, sendo permitida apenas a pesca de até 3kg de espécies que não são nativas da região, mais um exemplar que esteja dentro das medidas permitidas por lei, sendo este de qualquer peso, tanto para o pescador profissional como para o amador. Segundo ele, “as espécies mais comuns de nossa região sã tucunaré, tilápia, tambaqui, o famoso zoiúdo, que quase todo mundo conhece, por ser bastante comum em nossa região, e a curvina. O sargento informou que nos casos de infração pode haver multa e prisão do infrator, além da apreensão de todos os apetrechos de pesca, que em hipótese alguma, serão devolvidos.

Ainda segundo o sargento Marivan, as multas variam de acordo com o local e quantidades da pesca, podendo ser de R$108 para o pescador embarcado, sem licença, até R$3.611 + R$ 12 por kg de espécies não autorizadas. Para o pescador de barrancos, a multa mais simples é de R$84 a R$ 250 por pescar sem licença, podendo ser somada com o valor de R$3.611, no caso da pesca de espécies não autorizadas.

No último dia 2, terminou a operação de fiscalização e orientação dos pescadores nos trinta municípios da região coberta pela fiscalização da Polícia ambiental de Uberaba, que vai de Santa Rosa, no alto da Serra, próximo a São Gotardo até Carneirinho, no Pontal do Triângulo Mineiro. O objetivo é evitar a pesca não autorizada. Foram registradas cerca de oito ocorrências, com a apreensão de 62 redes e vários outros materiais de pesca, que não serão devolvidos, conforme frisou o sargento Marivan. Também foram fiscalizados 20 estabelecimentos que comercializam pescados, mas ele não soube informar se houve alguma autuação.

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