Após solicitação de moradores e comerciantes, Settrans realizou estudo e verificou a necessidade de instalação do equipamento
Secretaria de Trânsito e Transporte (Settrans) vai instalar semáforos no cruzamento das ruas Segismundo Mendes e Presidente Vargas – praça Comendador Quintino. Neste primeiro momento, a equipe de trânsito já esteve no local para instalar as colunas, mas o equipamento ainda não entrará em funcionamento, pois é preciso esperar que a Cemig conclua as instalações.
De acordo com o subsecretário de Trânsito e Transporte, coronel Antônio de Sousa Filho, o movimento no cruzamento vem aumentando e os moradores e comerciantes da região já solicitaram a implantação do equipamento. “Fizemos alguns estudos na região e percebemos que em determinados pontos, sobretudo os motoristas que estão na rua Segismundo Mendes, têm dificuldade em fazer a transposição e vamos atender as demandas”, explica o coronel. Ele ressalta que o processo de instalação do equipamento é um pouco lento, como acontece também com os radares. Antes de entrar em funcionamento é preciso que a Cemig realize alguns serviços. Portanto, ainda vai demandar tempo para que o semáforo comece a funcionar.
Segundo o subsecretário, vão ser instalados semáforos em outros locais da cidade, como no cruzamento da rua Meimei com a avenida Nossa Senhora do Desterro, por se tratar de pontos em que o movimento de veículos é intenso, com registro de acidentes. “Vamos instalar as colunas de semáforo também na avenida Nenê Sabino. Serão sete sinaleiros no entorno da Universidade de Uberaba”, informa o subsecretário.
As alterações no trânsito no setor da Uniube, como o alargamento de rotatórias, deveriam ser concluídas em fevereiro, antes do retorno às aulas, de acordo com a previsão da Settrans. “Nós tivemos um imprevisto. Para alargar a rotatória, teríamos de construir uma alça dentro do terreno da Uniube. Entretanto, ela vai esbarrar em um prédio, então foi preciso rever o projeto. Com isso, teremos a necessidade de afastar a alça em cerca de seis metros para não comprometer a ampliação da universidade. Por conta disso, invertemos o cronograma da execução das mudanças”, esclarece o coronel.