
Valores praticados hoje são semelhantes ao que custavam os combustíveis em setembro de 2020 e mais baratos do que em 2021 | Fot Jairo Chagas
De acordo com levantamentos feitos pela Fundação Procon de Uberaba, que divulga semanalmente pesquisas de preço dos combustíveis, o valor praticado atualmente para a venda de etanol e gasolina nos postos do perímetro urbano se aproxima do que era cobrado no mesmo período em 2020.
Naquela ocasião, segundo as pesquisas do Procon, o preço mínimo do Etanol era de R$2,849, já o valor médio era de R$2,961 e o máximo, de R$3,231. Atualmente, o preço mínimo do combustível é de R$2,99, já o médio, de R$3,21, e o máximo, de R$3,49.
No caso da gasolina, o preço mínimo cobrado na área urbana em setembro de 2020 era de R$4,499, enquanto o médio era de R$4,658 e o máximo, de R$5,039. Pela pesquisa divulgada recentemente pelo Procon, a gasolina hoje é encontrada em seu menor valor por R$4,69; em média, por R$4,59, e no máximo, por R$5,39.
De acordo com sites especializados em economia, o dólar fechou a sexta-feira (9) em R$5,14, o barril de petróleo, em US$92,44, e o Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) do combustível, em 18%. Em 2020, no mesmo 9 de setembro, porém no Brasil, o dólar era cotado a R$5,29; o barril de petróleo no mundo, a US$71,45, e o ICMS era cobrado a 31%.
Se o comparativo for entre os preços praticados em setembro do ano passado, atualmente os combustíveis estão mais em conta. Para se ter ideia, à época, o etanol era encontrado com preço mínimo de R$4,499 (R$2,99 hoje); na média, a R$4,658 (R$3,21 hoje), e no máximo, a R$4,999 (R$4,499 hoje).
Quem fosse abastecer o automóvel com gasolina comum em setembro de 2021 pagaria o mínimo de R$6,274 (R$4,69 hoje) pelo litro; R$6,512 (R$4,59 hoje), em média, e no máximo, R$6,999 (R$5,39 hoje).
No ano passado, no dia 9 de setembro, o dólar custava R$5,22 e o barril de petróleo estava a US$40,79, com o ICMS a 31%.
No início deste mês, a Petrobras reduziu o valor do litro da gasolina para as distribuidoras, de R$3,53 para R$3,28. A mudança, segundo a companhia, representaria uma redução de R$0,25 por litro.
Ainda segundo a empresa, considerando a mistura obrigatória de 73% de gasolina A e 27% de etanol anidro para a composição da gasolina comercializada nos postos, “a parcela da Petrobras no preço ao consumidor passará de R$2,57, em média, para R$2,39 a cada litro vendido na bomba”.
Em 2021, sempre como comparação, o valor que a Petrobras cobrava das distribuidoras era de R$2,78, e em 2020, de R$1,66.