O G9 tem novo presidente. Romeu Borges de Araujo Júnior, que hoje está à frente do Sindicato Rural, tomou posse dia 25
Divulgação
Ex-presidente do G9, Eduardo Azank cumprimenta o sucessor Romeu Borges, observados pelo prefeito Paulo Piau
O G9 tem novo presidente. Romeu Borges de Araujo Júnior, que hoje está à frente do Sindicato Rural, tomou posse na noite de terça-feira (25). O ruralista permanece como presidente do G9 por seis meses e, além de dar sequência nas pautas já estabelecidas pelo grupo, como as cobranças pela construção do gasoduto e também da planta de amônia, pretende realizar um evento voltado para a segurança pública.
Entre as autoridades, a solenidade de posse contou com a presença do prefeito Paulo Piau e, segundo o presidente do grupo, Romeu Borges, é muito gratificante e importante contar com a presença dele, visto o envolvimento do G9, que representa a sociedade civil em reuniões em que são tratados assuntos de grande relevância, como o gasoduto e segurança pública, quando está sendo discutida implantação de um segundo batalhão em Uberaba. “E é justamente esse o nosso objetivo, estar atuando junto ao governo para pleitear ações que possam promover desenvolvimento, segurança e bem-estar”, afirma.
O principal projeto que Romeu vai desenvolver à frente do G9 é um evento para debater a segurança pública. Segundo ele, este não é um problema de polícia, mas sim de gestão, novas legislações e um efetivo maior para fazer a segurança do cidadão. Será um evento com apoio da Prefeitura, das polícias Militar, Civil e Federal, e o G9 também vai buscar apoio da magistratura, pois é preciso tomar uma posição quanto ao assunto.
Logo após o carnaval começam as reuniões para discutir e elaborar o evento. Serão formadas comissões que irão ao encontro da polícia para montar a programação. Segundo Romeu, a intenção é debater o assunto e, a partir disso, formar um documento de reivindicações que será apresentado ao Congresso e ao Senado. E assim como Uberaba, que outras regiões do país também tomem a mesma atitude, assim como aconteceu para as mudanças do Código Florestal, em que os debates começaram em Uberaba e em pouco tempo outros municípios também se envolveram. “Vamos convocar todos para que participem deste debate, autoridades, e até mesmo estrangeiros, como os americanos. Em algumas cidades dos Estados Unidos a situação estava semelhante ao que estamos vivendo, foram tomadas atitudes e hoje se tornaram exemplo para todo o mundo”, explica Romeu.