Equipe de reportagem do Jornal da Manhã recebeu denúncia de que professora do Estado está afastada por licença médica, devido a problemas de saúde, mas continua trabalhando em escola particular, o que é considerado irregular, podendo levar à exoneração da profissional.
De acordo com Celso Provenzano, a professora, com muitos anos de profissão, foi afastada, alegando doença, e atualmente está sendo substituída por outra profissional. No entanto, ele afirma ter conhecimento de que ela continua trabalhando em colégio particular da cidade.
A superintendente regional de Ensino, Vânia Célia Ferreira, esclarece que não tem conhecimento deste caso. Entretanto, inspetores apuram denúncia de professora que estava de licença por motivo de saúde e estava participando de movimento grevista em frente da Assembleia Legislativa, em Belo Horizonte.
No entanto, ela afirma que caso o professor esteja afastado por problemas de saúde e exercendo a mesma função em outra instituição de ensino, este pode ser exonerado do Estado. “Só é permitido que o profissional continue trabalhando mesmo afastado se estiver impossibilitado de dar aulas e exercer função na área administrativa. Neste caso não tem problema.”
A superintendente ressalta que as pessoas que tenham conhecimento de casos como este devem fazer a denúncia na Superintendência Regional de Ensino, onde será aberto processo administrativo. “Assim que for feita a denúncia, haverá averiguação, sendo encaminhada à Corregedoria, que abrirá processo administrativo. O profissional pode ser exonerado do cargo se for comprovada a denúncia. Todo o processo pode demorar uns seis meses até a exoneração”, completa Vânia Célia.