A Seds passa por reordenamento. Algumas ações estão sendo implementadas e outras, adequadas, como, por exemplo, o fechamento da Casa de Passagem, no Amoroso Costa
Sandro Neves
O Albergue Municipal deixará de funcionar na avenida Teófilo Lamounier e vai para a avenida Orlando Rodrigues da Cunha
Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social (Seds) passa por reordenamento. Algumas ações estão sendo implementadas e outras, adequadas, como, por exemplo, o fechamento da Casa de Passagem, no Amoroso Costa.
De acordo com o secretário de Desenvolvimento Social, Marco Túlio Cury, esse reordenamento é tanto de forma interna como nas ações realizadas junto à população. Com relação à Casa de Passagem – o antigo albergue –, será fechada no final do mês de maio e o atendimento ao público desse local será institucionalizado, isto é, será feito por instituições parceiras.
“Com o tempo, a Casa de Passagem se tornou moradia para muitos, sendo que o propósito desse equipamento de Assistência Social é apoiar, orientar e abrigar temporariamente migrantes, itinerantes e moradores de rua ou pessoas em situação de rua. Sendo assim, iremos oferecer outro espaço, com moradia para quem precisa, passando a fazer parte de uma rede de assistência. Teremos convênio com três instituições para esse atendimento e devemos convocar mais uma. Nesses locais, as pessoas poderão morar e desenvolver atividades, com foco na reinserção”, diz.
Enquanto isso, a Casa de Passagem, com as devidas ações que são realizadas no local, será instalada em imóvel situado na avenida Orlando Rodrigues da Cunha. Com relação ao prédio no bairro Amoroso Costa, Marco Túlio revela que será feito estudo e, provavelmente, será disponibilizado à prefeitura. “Acredito que, futuramente, deverá abrigar uma Unidade Básica de Saúde, inclusive atendendo a reivindicação dos moradores”, explica o secretário.
Com relação às demais ações de reordenamento, Marco Túlio destaca a adequação da Casa de Proteção, que agora funciona em dois imóveis, um para crianças de zero a seis anos e outro para a faixa etária de seis a 12 anos; a implantação do projeto Família Acolhedora, que deve passar pela Câmara Municipal, e o lançamento do projeto Criança Feliz.