Secretaria Municipal de Saúde, por meio da assessoria imprensa, encaminhou mais uma nota informativa alegando que o documento apresentado por Marylia trata-se de uma solicitação de vaga, não é um diagnóstico e nem mesmo uma confirmação da doença, sendo apenas uma suspeita. Assim, a secretaria tem em mãos um prontuário médico que mostra um diagnóstico diferente.
De acordo com as informações repassadas, o paciente foi até a Unidade de Pronto-Atendimento São Benedito pela primeira vez, no dia 15 fevereiro, com queixas de cefaleia, dor de garganta e febre de 38,8 graus. A médica plantonista que o avaliou mostrou uma hipótese diagnóstica de amigdalite. O paciente, então, foi medicado com o Benzetacil e encaminhado de alta para casa com orientações de retorno, se necessário.
Dias depois, no dia 18 de fevereiro, ele retornou à unidade dizendo não ter melhorado, ainda sentindo dores de cabeça e de garganta e febre. A médica plantonista o avaliou e solicitou hemograma. No dia seguinte, o paciente retornou à unidade para resultados de exames, onde se observou queda de plaquetas. A partir de então foi iniciado o protocolo para suspeita de dengue com a hidratação e medicação padrão.
Já no dia 20 de fevereiro, o paciente foi transferido para Hospital Beneficência Portuguesa, onde ficou até o último dia 24. Portanto, segundo a nota, neste período foram realizados novos exames, sendo constatadas melhoras significativas no estado geral do paciente, bem como o aumento do número de plaquetas. Ao ter alta do hospital, o paciente foi diagnosticado com amigdalite por estreptococos e estreptocócicas.