Está prevista para ocorrer no próximo dia 21 reunião aberta aos moradores do Residencial Tancredo Neves e comunidades vizinhas
Arquivo/Fernanda Borges
De acordo com o vice-presidente da associação comunitária, José Sidney, a deficiência na segurança é um problema que atinge toda a cidade
Está prevista para ocorrer no próximo dia 21 reunião aberta aos moradores do bairro Tancredo Neves e comunidades vizinhas com o objetivo de discutir medidas de segurança na região. Outro tema da pauta será a eleição para a nova direção da associação de bairro.
De acordo com o vice-presidente da Associação Comunitária do Bairro Tancredo Neves (Acretan), José Sidney da Silva, a deficiência na segurança pública é um problema que atinge toda a cidade. “Há muitos crimes, assaltos, furtos, etc. E no bairro Tancredo Neves não é diferente, tanto é que os moradores solicitaram, por meio de nossa sede virtual, uma reunião para discutir segurança. Coincidentemente, a Polícia Militar nos procurou para falar do programa Rede de Vizinhos Protegidos”, afirma.
Por isso, ele destaca que protocolou na Risp (Região Integrada de Segurança Pública) uma solicitação do anfiteatro para realizar a reunião prevista para o dia 21, a partir de 19h. “O objetivo é falar sobre essa Rede de Vizinhos Protegidos, que será apresentada pela Polícia Militar, e na pauta vamos abordar sobre os projetos que envolvem as áreas públicas do bairro. Na ocasião vamos fazer referência ao projeto da Clínica da Dor e os demais que já pleiteamos junto ao poder público no dia 12 de setembro, bem como algumas respostas que tivemos. Vamos também tentar contato com a Prefeitura Municipal para saber como é que ficou a questão do Caps AD III, porque até agora a Prefeitura não se posicionou sobre onde ele vai ser construído. Além disso, na pauta também vamos discutir a eleição da associação”, destaca Silva.
Em resposta às declarações da Comissão do Movimento em favor do Caps AD III, que vem discutindo o assunto com comissões de Direitos Humanos, o presidente da Acretan afirma que respeita o direito legítimo do movimento em favor da construção do Caps AD em Uberaba e que os moradores do bairro Tancredo Neves compartilham a mesma opinião, porque ninguém está isento de precisar deste atendimento um dia.
Ele lembra que a comunidade só rejeitou a construção do Caps AD III no bairro porque a área pública destinada ao serviço já era solicitada desde 2011 para a construção do Centro de Reabilitação Clínica da Dor, cujo projeto do médico e vice-coordenador do Departamento de Dor da Academia Brasileira de Neurologia, Jaime Olavo, já havia sido encaminhado ao governo pelo deputado federal Marcos Montes, dentro do programa Minas Sem Dor. Segundo ele, um abaixo-assinado com 1.853 assinaturas decidiu que os moradores são a favor da construção do Caps AD III em Uberaba, mas que seja escolhido um local mais adequado e com planejamento.