Prefeitura e Transube ampliaram pontos para recarga do cartão do transporte coletivo urbano. São 20 locais em vários bairros da cidade que já estão em pleno funcionamento
Fonte: Superintendência de Transporte Coletivo
Prefeitura e Transube ampliaram pontos para recarga do cartão do transporte coletivo urbano. São 20 locais em vários bairros da cidade que já estão em pleno funcionamento. A intenção é facilitar o acesso ao usuário, que pode procurar o ponto de venda mais próximo para fazer a recarga.
Segundo o superintendente de Transporte Coletivo, Claudinei Nunes, nestes primeiros meses serão apenas estes pontos, mas intenção é ampliar ainda mais. “A escolha dos bairros foram mapeados considerando-se os locais de grande movimentação, como o Valim de Melo, Volta Grande, Alfredo Freire e Boa Vista, onde a demanda de usuários é a maior”, explica Claudinei. Ele ressalta que, além de informações através da imprensa, será feita divulgação dos locais com panfletos e cartazes nos ônibus para que as pessoas possam adquirir seu cartão.
Com relação ao credenciamento dos postos de recarga, segundo Claudinei, esse entendimento acontece entre a Transube e o comerciante interessado, sendo que a Prefeitura apenas aprova os locais. Porém, ele revela que no início serão apenas estes postos, pelo custo dos equipamentos, que é um pouco elevado, mas a intenção é que haja ampliação para outros estabelecimentos, em bairros diversificados.
O valor mínimo de recarga é de uma passagem, ou seja, R$2,80, e não tem limite de crédito, depende da necessidade do usuário. Para recarregar o cartão não existe custo operacional para o consumidor, o usuário vai pagar apenas o valor das passagens creditadas no cartão. O crédito é inserido de imediato e é fornecido um cupom “tipo um extrato”, que identifica o local da recarga, quantidade, valor, número do cartão e nome do cliente.
Claudinei destacou ainda a importância de se ter o cartão mesmo não sendo aquele usuário do dia a dia. “Ter o cartão gera vantagens aos usuários, como a própria integração, que não pode ser feita com dinheiro, torna o sistema mais ágil, porque basta ele encostar o cartão no validador que a catraca é liberada. Além da segurança do próprio usuário e do transporte coletivo, que não circula com grandes quantias no caixa”, afirma.