CIDADE

Uberaba vai a 2º lugar no ranking de geração de empregos em Minas

Ao contrário do Estado, que teve saldo negativo na abertura de postos de trabalho, Uberaba apresentou índice de 0,99% em julho, com abertura de 811 novas vagas

Daniela Brito
Publicado em 23/08/2014 às 21:22Atualizado em 19/12/2022 às 06:18
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Uberaba desponta no ranking de geração de emprego em Minas Gerais. O município subiu para a segunda posição no mês de julho entre os que mais abriram vagas de emprego formal nos 110 municípios mineiros com mais de 30 mil habitantes. Os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados ontem pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).

Ao longo do mês foram 5.624 admissões contra 4.813 demissões, o que equivale a uma variação positiva de 811 novos postos de trabalho. Com este desempenho, a cidade contabiliza uma variação positiva de novos empregos de 0,99%. Em junho passado, Uberaba também teve números favoráveis e estava na terceira posição do ranking, com 4.884 admissões contra 4.348 demissões, perfazendo a geração positiva de 536 novos postos de trabalho.

Em julho, o município só perdeu para São Gotardo, que obteve saldo positivo de 962 novas vagas, tendo em vista 1.330 admissões contra 368 desligamentos durante o período. Logo atrás de Uberaba vêm as cidades de Patrocínio, Nova Lima e Passos. Já na última colocação do ranking está Belo Horizonte, com saldo negativo de 2.449 vagas fechadas. No mês passado, a capital mineira registrou 49.882 admissões, mas contabilizou 52.331 demissões.

Para o prefeito Paulo Piau, o resultado é fruto “de muito trabalho”. Já o secretário de Desenvolvimento Econômico, José Renato Gomes, destaca que os números demonstram o resultado positivo da estratégia adotada pela pasta em desburocratizar e alterar a Lei de Incentivos.

Em Minas Gerais houve uma retração na geração de empregos em julho, segundo os dados do Caged, com a perda de 5.197 postos de trabalho. O número representa uma retração de 0,12% em relação ao número de trabalhadores com carteira assinada registrado em junho. A queda ocorreu, principalmente, nos setores de agropecuária e na indústria da transformação.

No país, houve um aumento de 11.796 postos de trabalho gerados. Segundo os dados do Caged, o número representa crescimento de 0,03% em relação ao mês de junho, resultado de 1.746.797 admissões contra 1.735.001 desligamentos no período.

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