Objetivo é fiscalizar todas as peixarias, açougues, supermercados, feiras livres e comércios afins quanto à origem dos produtos e condições de conservação
A Secretaria de Saúde, por meio da Vigilância Sanitária (Visa), iniciou a operação Semana Santa na última segunda-feira (10) e até o momento nenhuma apreensão ou autuação foi realizada. O objetivo é fiscalizar todas as peixarias, açougues, supermercados, feiras livres e comércios afins quanto à origem dos produtos e condições de conservação. Ao longo da operação, cerca de 120 estabelecimentos devem ser fiscalizados.
De acordo com o diretor de Vigilância Sanitária, Nelson Ranieri, duas equipes, compostas por três fiscais cada, serão as responsáveis pela operação, que acontecerá até o fim da Semana Santa, no período da manhã e da tarde. “Até esta quarta-feira foram inspecionados seis estabelecimentos desse ramo, entre peixarias, açougues e supermercados, e até o momento não foi feita nenhuma apreensão. Nós começamos as visitas pelos locais maiores, onde, por enquanto, está tudo certo. Não vimos nada que estivesse fora dos padrões exigidos pela Vigilância”, afirma.
A notícia é positiva e, segundo o diretor, se explica porque este tipo de ação já é rotineira e feita anualmente, mas nesta época ela é intensificada. “Esses comerciantes que nós visitamos já são atuantes no ramo, têm alvará e conhecem as regras. O problema dessa época são os locais que se aventuram a vender peixes devido ao aumento da demanda. Como a pessoa que tem um açougue e não tem especialidade, nem condições para vender, mas passa a oferecer o pescado porque neste período vende muito. Outro problema é o caso das pessoas que vão até os pescadores na beira do rio e compram para revender como ambulantes, nas caixas térmicas e em barraquinhas perto das feiras”, explica Ranieri.
Ele ressalta que todos locais serão fiscalizados. Se forem encontrados produtos primários que estejam fora das normas de comercialização, eles serão apreendidos. Em caso de reincidente, a multa é de 10 Unidades Fiscais do Município (UFM), cujo valor é R$172,50 cada.