Segundo dados repassados pelo médico responsável pela equipe que faz captação de órgãos no Mário Palmério Hospital Universitário (MPHU), Thomson Palma, durante o lançamento da campanha Setembro Verde, a média em Minas Gerais de doadores de órgãos é de quatro para cada 100 mil habitantes. Em Uberaba o índice é baixo, de dois a dois e meio doadores a cada 100 mil habitantes. Na capital mineira o numero é um pouco melhor, 6,5 doadores a cada 100 mil habitantes. Em todo o Estado, Patos de Minas é a cidade que possui a maior quantidade de doadores por 100 mil habitantes, são nove, isso devido ao trabalho intenso realizado no local.
Entre os órgãos com maior demanda está o rim. Segundo Thomson, a fila de espera para doação é muito grande, por ser o único órgão que as máquinas podem substituir quando ele já não funciona mais e as pessoas conseguem esperar por mais tempo. Já quanto aos demais, a demanda também é grande, mas a fila é menor, pois o paciente nem sempre consegue esperar por muito tempo e morre.