Com quase 40 nomes em seu plantel antes da parada para a Copa América, a diretoria do Atlético vai conseguindo se desfazer de atletas não utilizados
Foto/Bruno Cantini/Atletico
Paraguaio Ramón Martínez briga por vaga de primeiro volante no Galo
Com quase 40 nomes em seu plantel antes da parada para a Copa América, a diretoria do Atlético vai conseguindo se desfazer de atletas não utilizados. Ao mesmo tempo, se fortalece com novas caras para o segundo semestre.
Martin Rea, Leandrinho e Renan Guedes já acertaram suas saídas do clube. O zagueiro Matheus Mancini foi o último a sair. Pelo menos outros quatro atletas não estão nos planos do Galo. O jovem lateral Hulk não foi aproveitado nem mesmo quando o titular Fábio Santos estava ausente. Agora com a chegada de Lucas Hernández, ele será repassado para ganhar mais rodagem. A situação de Carlos César é parecida. O lateral-direito segue treinando, mas não terá chances de jogar.
Também por não serem aproveitados, David Terans e Papagaio dificilmente ficam na equipe. O Atlético já estourou o número de estrangeiros permitidos para serem relacionados em uma partida, e isso torna real a saída do meia uruguaio. Já o jovem atacante não ganhou as chances que pretendia no primeiro semestre, muito por causa das boas atuações de Alerrandro. Com clubes interessados em contar com seu futebol, Papagaio é outro que não deve ficar.
Além das saídas de jogadores não aproveitados, o técnico Rodrigo Santana viu a concorrência aumentar em setores importantes do time. Para começar, a chegada do uruguaio Lucas Hernández, do Peñarol, faz pelo menos uma sombra no titular Fábio Santos.
No meio, o paraguaio Ramón Martínez entra para brigar por uma vaga de primeiro volante. Atualmente, Adilson, Zé Welison e até Jair se revezaram para formar a dupla ao lado de Elias, mas nenhum dos três conseguiu se firmar no time.
Por fim, Otero também chega para acrescentar na linha ofensiva. Luan e Chará serão os principais concorrentes, mas o venezuelano pode virar uma boa peça para o decorrer das partidas, além de ter a bola parada como ponto forte.