Para Eduardo Batista, o time que vem entrando em campo pela Copa Libertadores não pode ser considerado o ideal
Técnico Eduardo Baptista não deve mexer na base do time titular do Palmeiras
O Palmeiras não vence o Santos, jogando na Vila Belmiro, pelo Paulistão, desde 2011. O tabu não preocupa o comandante palmeirense, que preferiu deixar os números para os torcedores.
“A informação que eu uso é do dia a dia. Nós estamos vindo de cinco bons jogos, depois do clássico contra o Corinthians. É um período de recuperação, consolidação de alguns sistemas que procuramos colocar. Precisamos ganhar, para buscar uma consolidação, uma confiança maior no trabalho. Quanto ao tabu, procuro deixar mais para o torcedor, não fazemos essa conta. Quase todos do time de 2011 não estão mais aqui. A vitória é o que consideramos fundamental”, avaliou o treinador.
O treinador afirmou que não deve mexer na base do time titular, o que o comandante chamou de “espinha dorsal”. Para Eduardo Batista, o time que vem entrando em campo pela Copa Libertadores não pode ser considerado o ideal. “Não posso falar que o time que jogou a Libertadores é o ideal. Senão vou contra o que falei para os atletas. Buscamos conversar e trabalhar com todos. Deixar cientes de que no melhor momento, ou melhor estratégia, todos vão jogar. Não vamos mudar quatro, cinco peças por jogo. Procuro manter uma espinha dorsal. Ataque, meio, setor ofensivo. Nunca teremos uma equipe ideal”, disse Eduardo.
O único desfalque certo do time do Palmeiras é o zagueiro Vitor Hugo. O defensor cumprirá o primeiro dos dois jogos que recebeu de suspensão pela cotovelada em Pablo, do Corinthians, na derrota por 1 a 0. Em seu lugar, Eduardo deve utilizar o experiente Edu Dracena.