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Jogadores foram separados em duas equipes, uma delas com um colete laranja
No terceiro e último dia de treino da Seleção Brasileira na arena Red Bull, em Nova Jersey, antes de enfrentar os EUA, o técnico Tite esboçou o que deve ser a escalação final da equipe que enfrenta os americanos, logo mais, no estádio MetLife. Os jogadores foram separados em duas equipes, uma delas com um colete laranja.
Os "titulares" foram Philippe Coutinho, Casemiro e Fred no meio-campo, os atacantes Douglas Costa, Neymar e Roberto Firmino, o lateral-direito Fabinho, o lateral-esquerdo Filipe Luís, os zagueiros Thiago Silva e Marquinhos e o goleiro Alisson.
Fabinho é o único deles que não esteve na Copa. Ele substituiu o lateral-direito Fagner (Corinthians), cortado após sofrer uma lesão. Marquinhos aparece no lugar do zagueiro Miranda. O defensor do PSG foi titular em todos os jogos das eliminatórias, mas perdeu a posição para Thiago Silva na Copa.
No meio campo, Fred substitui Paulinho. Firmino ganhou a vaga que era de Gabriel Jesus, que foi bastante contestado na Copa e não foi convocado por Tite para os amistosos nos EUA.
No ataque, Douglas Costa substitui Willian como titular. O atacante começou a ser cogitado para o time principal depois do jogo contra a Costa Rica pelo Mundial, mas ficou de fora por uma lesão muscular. Voltou só no segundo tempo da fatídica disputa contra a Bélgica, mas foi um dos que tiveram uma atuação elogiada.
É o primeiro jogo do Brasil desde a derrota para a Bélgica por 2 a 0 pelas quartas-de-final da Copa do Mundo da Rússia. A Seleção também enfrenta El Salvador no próximo dia 11, em partida disputada em Washington.
Nos últimos dias, o discurso dos jogadores, tanto novatos quanto experientes, se mostrou alinhado num pont é preciso seguir em frente e focar na Copa América, realizada no Brasil a partir de junho de 2019.
"A derrota contra a Bélgica doeu muito, queríamos levantar a taça. Mas é levantar a cabeça, seguir. Tem a Copa América pela frente e espero que a Seleção seja campeã", afirmou, na segunda-feira (3), o atacante Richarlison (Everton).
Para outros, lembrar da Rússia ainda dói. O lateral-esquerdo Filipe Luís, reserva de Marcelo na Copa e que jogou contra Sérvia e México, é um dos que admitem ter ficado abalado com a derrota. "Na Copa do Mundo, eu queria ganhar a taça e levar para casa. Tudo o que vivi na Rússia foi o melhor e o pior momento da minha carreira", conta. ()