ESPORTE

Colorado realiza reunião de olho na classificação

O técnico do USC, Marcos Birigui, não pensa em outro resultado se não a vitória no duelo contra o Villa Nova

Publicado em 11/11/2010 às 00:34Atualizado em 17/12/2022 às 06:52
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O técnico do Uberaba Sport Club, Marcos Birigui, não pensa em outro resultado se não a vitória no duelo contra o Villa Nova. Os primeiros sinais de uma equipe ofensiva serão conhecidos nesta tarde, no estádio Uberabão, a partir das 15h30. O comandante alvirrubro orienta um coletivo, priorizando uma nova escalação e formação tática.

Diferentemente de outras atividades, Birigui em princípio, abrirá mão do sistema tático 3-5-2, para treinar o time no tradicional 4-4-2. “Hoje o Uberaba defende o título. É o momento de mudarmos algumas coisas, de irmos para o campo. Independente de quem estiver escalado vamos jogar para vencer. Vou tentar colocar o time mais ofensivo, para liquidar a partida logo no início. Como não tenho dois alas de ofício, tentarei montar o time com dois volantes e dois meias”, revela.

Com a provável formação tática indicada pelo treinador, o meio-campista Rafael Ipuã, recuperado de lesão no tornozelo, deve voltar ao time titular. O jogador receberá o auxílio de Ewerton Maradona no setor de inteligência. Desta forma, um dos zagueiros será sacado; provavelmente o defensor Luciano. Na lateral-direita, Ivonaldo está suspenso pelo terceiro cartão amarelo. O mais cotado a substituir o jogador é o volante Gabriel.

Pacto. Já no treinamento vespertino, as atividades começaram com cerca de quarenta minutos de atraso por conta de uma reunião entre comissão técnica, jogadores e diretoria. O assunto, segundo o diretor de futebol Ernani Nogueira foi: saber o que pode estar acontecendo com o time, que, segundo ele, oscila demais. "Um dia joga muito bem e no outro é um desastre. Queríamos ouvir deles alguma explicação, já que vamos para uma partida decisiva", disse, assinalando o que ficou definido. "Concluímos que domingo é dia de darmos tudo para conseguirmos a classificação à final", completou.

Já o zagueiro Rodrigão foi mais direto. "Fomos cobrados e também cobramos. Na nossa parte, só pedimos o mínimo de condição para trabalhar, como uma bola, uma água ou algum material para trabalharmos com dignidade. Sempre vai haver cobrança", concluiu.

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