A jovem geração da piscina deu a cara, garantindo uma dobradinha nos 200m livre e mais um bronze nos 100m borboleta
Nem só de natação vivem as pretensões do Brasil no Pan de Lima. É verdade que os nadadores também fizeram sua parte para a delegação nacional passar da marca de 100 medalhas no evento. A jovem geração da piscina deu a cara, garantindo uma dobradinha nos 200m livre e mais um bronze nos 100m borboleta.
Mas houve muito mais diversidade nas conquistas, com ouros distribuídos para atletismo, hipismo e tênis de mesa. O ciclismo também deu sua contribuição para mostrar novos caminhos rumo ao pódio. O resultado foi uma diferença maior para o terceiro colocado, agora o México, que ultrapassou o Canadá. Os brasileiros têm 31 ouros, contra 27 dos mexicanos e 25 dos canadenses, até o fechamento desta edição.
Nessa jornada plural de resultados, há uma coincidência que une os triunfos de Darlan Romani no arremesso de peso, da equipe de saltos no hipismo e de Hugo Calderano na chave individual do tênis de mesa. Por trás desses ouros há a influência de treinadores estrangeiros.
Darlan vem crescendo de produção, para se tornar um dos melhores do mundo em sua modalidade, sob instrução do cubano Justo Navarro.
Outro nome emergente no cenário mundial, Calderano trabalha há nove anos com o francês Jean-René Mounier.