ESPORTE

Falcão diz que brigará para futsal se tornar olímpico

As lambretas, canetas e a irreverência dentro de quadra de Alessandro Rosa Vieira, 41, o Falcão, tiveram seu último capítulo na noite de ontem

Folhapress
Publicado em 06/12/2018 às 21:37Atualizado em 17/12/2022 às 16:12
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As lambretas, canetas e a irreverência dentro de quadra de Alessandro Rosa Vieira, 41, o Falcão, tiveram seu último capítulo na noite de ontem. Eleito quatro vezes o melhor jogador do mundo de futsal (2004, 2006, 2011 e 2012), o ala se aposentou no duelo de seu time, o Sorocaba, contra o Corinthians, no Ginásio Wlamir Marques, no Parque São Jorge, no segundo jogo da final da Liga Paulista. 

Após se aposentar, Falcão deseja continuar no esporte. Uma de suas metas é fazer com que o futsal entre no programa olímpico. Ele pretende reunir capitães de seleções com a Fifa, que controla a modalidade, e com o Comitê Olímpico Internacional. O jogador, que se aposentou da seleção brasileira em outubro, critica a CBFS (Confederação Brasileira de Futsal).

"Hoje temos uma gestão inexperiente, que ainda comete erros e não é organizada. Porém, não rouba como a anterior", afirma à Folha.

Falcão refere-se à gestão de Aécio de Borba Vasconcelos, que ficou 35 anos no poder e renunciou ao cargo em 2014, após ter as contas reprovadas e sob acusações de corrupção e nepotismo.

Atualmente, a CBFS é comandada por Marcos Madeira. A confederação disse que "respeita a opinião de Falcão como qualquer um pode ter". 

"Mas trabalhamos focando na transparência, na gestão correta e profissional, tudo isso para recuperar a credibilidade da entidade no mercado", disse a Confederação, em nota.

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