ESPORTE

Flamengo espera grupo da morte na Libertadores da América

O caminho do Flamengo na Copa Libertadores da América de 2017 não foi exatamente como a diretoria rubro-negra esperava

Publicado em 23/12/2016 às 21:03Atualizado em 16/12/2022 às 16:03
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O caminho do Flamengo na Copa Libertadores da América de 2017 não foi exatamente como a diretoria rubro-negra esperava. Classificado para estrear somente na fase de grupos, o time carioca tem verdadeiras pedreiras pela frente.

Dois adversários já estão definidos: o San Lorenzo, da Argentina, e o Universidad Católica, do Chile. O terceiro sairá da pré-Libertadores e na lista de potenciais oponentes estão Atlético-PR, Millonários-COL, Deportivo Capiatá-PAR, Deportivo Táchira-VEN e Universitário-PER.

O presidente Eduardo Bandeira de Mello tentou minimizar a situação e pregou trabalho para estar em condições de buscar a classificação. “Grupo difícil, mas quem quer ganhar a Libertadores tem que se submeter a grupos difíceis. Agora o que temos que fazer é nos preparar bastante para encarar esse jogo”, disse Bandeira de Mello.

Com o novo critério adotado pela Conmebol para determinar os cabeças de chave, através do ranking de clubes, o Flamengo já sabia que poderia cair num grupo complicado. “Tudo se desenhava para isso. Fato positivo, realmente, é a questão da logística. Em tese não tem muito desgaste, mas há uma probabilidade grande do quarto integrante também ser brasileiro, o Atlético-PR. Aí fica tudo nivelado”, afirmou o diretor executivo Rodrigo Caetano.

Pensando na competição Sul-Americana, o Flamengo já contratou o lateral-esquerdo peruano Trauco, do Universitário e da seleção. Na semana passada, o clube anunciou a prorrogação dos vínculos com o goleiro Muralha e o volante Willian Arão.

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